quarta-feira, 25 de junho de 2014

Prefeitura de São Miguel abre licitação para a aquisição de ambulância


A Prefeitura de São Miguel publicou nesta quarta-feira (25) no Diário Oficial dos Municípios o aviso do processo licitatório Nº.2014.05.20-0065 na modalidade Pregão na forma Presencial por ITEM, cujo objeto é a aquisição de um veículo o km do tipo ambulância.
A seção para a realização da referida licitação ocorrerá ás 14h30mim do dia 07 de julho de 2014 na Sede da Prefeitura Municipal de São Miguel. O edital contendo outras informações encontra-se disponível no setor de Licitações do município das 07h às 12h, de segunda à sexta.

Henrique Alves é o mais rejeitado para governo do RN e Wilma a mais rejeitada para o Senado


A pesquisa do Instituto Seta divulgada pelo NoMinuto também sondou a rejeição do eleitorado potiguar para os candidatos ao Governo do RN e Senado. Na disputa para o governo num cenário sem a inclusão do nome da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB) é o mais rejeitado.
O pré-candidato do PMDB alcança 20,3% de rejeição Robinson Faria (PSD) é rejeitado por 11,8% dos entrevistados; Robério Paulino (PSOL) por 5,2%; Araken Farias (PSL) por 4,4% e Simone Dutra (PSTU) por 3,1%. Brancos e nulos somaram 26,5% e não responderam 28,7%.
No cenário com Rosalba, a governadora é rejeitada por 49,7% dos entrevistados. Henrique Alves apresenta rejeição de 12,4%; Robinson Faria tem 5,6%; Robério Paulino é rejeitado por 2,3%; Simone Dutra por 2%; Araken Farias é rejeitado por 1,6% dos entrevistados do Seta. Brancos e nulos somaram 12,5% e 14% não souberam responder.
Senado - Na disputa pela vaga do Senado, Wilma de Faria (PSB) é rejeitada por 23,7% dos entrevistados do Seta. Fátima Bezerra (PT) aparece com 18,7% de rejeição. Roberto Ronconi (PTC) tem 11%; e a professora Ana Célia apresenta 6% de rejeição. Brancos e nulos somaram 19,8% e 20,9% não souberam responder.

Dilma Rousseff lidera corrida presidencial no RN com mais de 43% da preferência


A presidente Dilma Rousseff (PT) lidera a corrida presidencial com 43,3% das intenções de voto no Rio Grande do Norte, segundo a pesquisa estimulada do Instituto Seta. Aécio Neves (PSDB) aparece com 9,4% e Eduardo Campos (PSB) surge com 5,7% das preferências.
Pastor Everaldo (PSC) se apresenta com 1,9%; José Maria (PSTU) com 0,8%; Mauro Iasi (PCB) com 0,7%; Randolf Rodrigues (PSOL) com 0,6%; Levi Fidélix (PRTB) com 0,4%; Eduardo Jorge (PV) com 0,3%; e Magno Malta (PR). Brancos e nulos somaram 22,7% e 14,1% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.
Voto espontâneo - Na pesquisa espontânea, a presidente Dilma Rousseff obteve 34,5% das intenções de voto. Aécio Neves somou 8,7%; Lula 5%; Eduardo Campos apareceu com 2,8% das preferências. Os demais citados não chegaram a um por cento das intenções de voto. Brancos e nulos somaram 13,2% e 31% não souberam responder.

Avaliação do Governo Dilma - Já o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) é aprovado por 47,7%. De acordo com os números do Instituto Seta, 35,9% desaprovam a gestão de Dilma e 13,8% se mostraram indiferentes. Do total de entrevistados, 2,5% não souberam responder.

Pesquisa do Instituto Seta mostra empate técnico entre Wilma e Fátima Bezerra na disputa para o Senado


A vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria (PSB) lidera uma disputa acirrada para o Senado. Ela tem 28,7% das intenções de voto contra 27,6% das preferências na deputada Fátima Bezerra (PT). Segundo o Instituto Seta, as duas estão em empate técnico e a diferença é de apenas um ponto percentual na pesquisa estimulada. A professora Ana Célia (PSTU) aparece com 3,6% das intenções de voto e Roberto Ronconi (PTC) com 2,1%. Brancos e nulos somaram 24,3% e 13,8% não souberam responder.
Voto espontâneo - Na pesquisa espontânea, Wilma de Faria obteve 10% das intenções de voto; Fátima Bezerra apareceu com 8,4% das preferências; José Agripino com 2,3%; Garibaldi Alves com 1,6%; Paulo Davim com 0,6%; Professora Ana Célia com 0,5%; Roberto Ronconi com 0,4%; Rosalba Ciarlini com 0,3%; e outros com 0,9%. Brancos e nulos somaram 17,7% e 57,3% não souberam ou não quiseram responder.

Henrique Alves lidera a disputa para o Governo do RN com 10% de vantagem sobre Robinson Faria


O deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB) tem 28,6% das intenções de voto em pesquisa estimulada do Instituto Seta realizada entre os dias 16 e 18 de junho e divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Portal NoMinuto.com. Robinson Faria (PSD) surge com 18,8% das preferências e a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) apresenta 6,7% das citações. Robério Paulino (PSOL) tem 1,8% das preferências, Simone Dutra (PSTU) aparece com 1,7% e Araken Farias (PSL) apresenta apenas 0,7% das citações. Brancos e nulos somaram 28% e 13,7% não souberam responder.
Sem Rosalba - O Instituto Seta fez a pergunta sem a presença da governadora Rosalba Ciarlini no páreo da eleição para o governo. O resultado é o seguinte: Henrique Alves aparece com 30,3% das intenções de voto e Robinson Farias com 20,2%, uma diferença de quase dez pontos percentuais. Neste cenário, Robério Paulino tem 2,3%, Simone Dutra se apresenta com 1,7% e Araken Farias surge com 0,6% das preferências. Brancos e nulos somam 28,8% e 16,1% não souberam responder.

Voto espontâneo - Na pesquisa espontânea (sem a apresentação de uma tabela com os candidatos), Henrique Eduardo Alves aparece com 9,7% das intenções de voto e Robinson Faria com 8,8% das preferências, quase a mesma diferença apresentada na pergunta estimulada. Wilma de Faria foi citada por 3,4%; Rosalba Ciarlini obteve 2,4% das citações; Robério Paulino apareceu com 1,1%; Simone Dutra com 0,9%; Garibaldi Alves com 0,6%; Carlos Eduardo com 0,4%; outros com 0,4%; Araken Farias com 0,3%, Iberê Ferreira com 0,2%; Fábio Faria com 0,1%; Fátima Bezerra com 0,1%; José Agripino com 0,1%. Brancos e nulos somaram 20,2% e 51,3% não souberam ou não quiseram responder.
Aprovação do Governo do Estado - O governo de Rosalba Ciarlini (DEM) é desaprovado por 73,6% dos entrevistados do Instituto Seta. Apenas 12,3% aprovam o atual governo estadual e 9,4% se mostraram indiferentes. Segundo o Seta, 4,7% não souberam ou quiseram responder.
A pesquisa do Instituto Seta ouviu 1.500 pessoas em todas as regiões do Estado entre os dias 16 a 18 de junho. A margem de erro é de 2,7% para mais ou para menos. O levantamento de dados foi registrado no TRE com o nº de protocolo 00004/2014.
*Informações do NoMinuto.com

TSE recebeu lista com o nome de 6,6 mil gestores públicos que tiveram contas julgadas irregulares pelo TCU


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Antonio Dias Toffoli, recebeu ontem (24) uma lista com 6,6 mil nomes de gestores públicos que tiveram contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A lista foi entregue pelo presidente do TCU, ministro Augusto Nardes, destacando que as irregularidades apontadas podem levar à inelegibilidade.
A lista não é declaração de inelegibilidade mas, segundo Nardes, tem sido usada como principal recurso para os tribunais eleitorais negarem o registro de candidatos, com base na Lei da Ficha Limpa. “Além do fato de ficar oito anos fora das eleições, eles têm [de pagar] as multas que nós temos aplicado. Há casos de gestores que têm que assumir a responsabilidade com seu patrimônio pessoal, além de funcionários públicos que são demitidos, como há centenas de casos recentes”, disse o ministro.
As pessoas que constam da lista podem sofrer impugnação de eventuais candidaturas por iniciativa do juiz eleitoral, ou solicitadas por partidos políticos, Ministério Público Eleitoral, coligações ou candidatos. Entre os citados na relação do tribunal estão funcionários públicos que ocupam cargos de menor responsabilidade, até ministros e governadores. Eles poderão ter os nomes excluídos da lista caso consigam decisão judicial ou liminar nesse sentido. A impugnação das candidaturas depende, em última instância, da Justiça Eleitoral.
A unidade federativa com mais nomes listados é o Distrito Federal, que tem 729 gestores apontados como responsáveis por contas irregulares. Em seguida está o Maranhão, com 513 nomes e São Paulo, com 485. Roraima é o estado com menos gestores apontados na lista, com 97 nomes.
Os relacionados na lista do TCU cometeram as chamadas irregularidades insanáveis nos últimos oito anos, e tiveram negados todos os recursos possíveis no âmbito do Tribunal de Contas da União. O pagamento do débito ou da multa imposta como punição pelo TCU não implica retirada do nome do gestor da lista.
É dever dos tribunais de contas encaminharem as listas até o dia 5 de julho do ano eleitoral à Justiça Eleitoral. Os tribunais nos estados também estão fazendo isso e têm recebido orientação do TCU para disponibilizarem os nomes dos gestores citados na internet. Liberada para o público, a relação será constantemente atualizada até fim do ano. Dessa forma, pessoas citadas que conseguirem liminares na Justiça podem ter os nomes retirados e outras, cujos recursos forem se esgotando, poderão ser acrescidas.
Consulte a lista em ordem alfabética clicando AQUI.
Confira a lista por unidade federativa AQUI

Governo tem até hoje para sancionar PNE



A presidenta Dilma Rousseff tem até hoje (25) para sancionar o Plano Nacional de Educação (PNE). A sanção ocorre após quase quatro anos de tramitação do projeto no Congresso Nacional. A grande conquista e também o maior desafio será a destinação de, no mínimo, 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação por ano, a partir do décimo ano de vigência do plano.
O PNE estabelece 20 metas para serem cumpridas ao longo dos próximos dez anos. As metas vão desde a educação infantil até o ensino superior, passam pela gestão e pelo financiamento do setor, assim como pela formação dos profissionais.  A expectativa é que a presidenta não vete a destinação dos 10% do PIB para o setor. No primeiro PNE, que vigorou de 2001 a 2010, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) vetou a destinação de 7% do PIB para educação. Atualmente, são investidos 6,4% do PIB.
Além do financiamento, o plano assegura a formação, remuneração e carreira dos professores, consideradas questões centrais para o cumprimento das demais metas. Pelo texto encaminhado à sanção, até o sexto ano de vigência, os salários dos professores da educação básica deverá ser equiparado ao rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente. Além disso, em dez anos, 50% desses professores deverão ter pós-graduação. Todos deverão ter acesso à formação continuada.
Levantamento feito pelo Movimento Todos pela Educação, com base em dados oficiais, mostra que será preciso elevar os salários em 50% para atingir a média de R$ 3,6 mil mensais dos demais profissionais com formação equivalente. Na educação básica estão 2,1 milhões de professores. O PNE também estabelece, no prazo de dois anos, planos de carreira para os professores de todas as etapas de ensino.
"Ter um professor mais valorizado é ter um professor mais motivado em sala de aula, uma aula melhor, isso tem ligação com o aprendizado do aluno. Só isso não melhora, mas é um elemento importante", diz a secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Marta Vanelli.
Segundo ela, a questão salarial está ligada às reivindicações da categoria e é a causa de diversas greves dos professores. Marta explica que caberá aos estados e municípios garantir que essa meta seja cumprida, avaliando em cada localidade o percentual que poderá ser acrescentado aos salários a cada ano.
Para a gerente da Área Técnica do Todos pela Educação, Alejandra Meraz Velasco, o salário não necessariamente traz qualidade, mas "sem dúvida tem impacto na atratividade da carreira". A qualidade deve vir com a qualificação e formação dos professores. Segundo o levantamento feito pela entidade, até 2012, 29% dos professores tinham pós-graduação. Outros 21,9% sequer tinham ensino superior completo.
Até o fim do ano, o ministro da Educação, Henrique Paim, pretende fazer uma grande discussão para melhorar a formação dos profissionais. A presidenta Dilma Rousseff já disse que os recursos do petróleo, com a Lei dos Royalties, serão destinados também para melhorar o salário dos docentes.
Na avaliação do coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, para que o plano seja cumprido é preciso que os governos se comprometam. "Governos no plural, o governo federal, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios". Os governos estaduais e municipais devem elaborar os próprios planos, com base no PNE, no prazo de um ano. "Não basta só fazer o plano, é preciso que ele seja elaborado com a participação da sociedade", ressalta.
*Agência Brasil