Mostrando postagens com marcador Banco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Banco. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de maio de 2013

Lucro líquido do Panamericano sobe para R$ 39 milhões no 1º trimestre


O resultado é 14 vezes superior ao obtido no 1 trimestre de 2012.

O total da carteira de crédito expandida registrou alta de 37,5%.

Do G1, com informações do Valor Online

O Banco Panamericano registrou lucro líquido de R$ 39,007 milhões no primeiro trimestre de 2013, resultado quase 14 vezes superior ao lucro líquido de R$ 2,893 milhões obtido no primeiro trimestre do ano anterior, segundo demonstração contábil consolidada divulgada pelo banco no site da Comissão de Valores Mobiliários na noite desta segunda-feira (6).

A carteira de crédito com resultado retido (que rende receitas para a instituição) passou para R$ 13,005 bilhões no primeiro trimestre deste ano, em alta de 56,5% sobre os R$ 8,279 bilhões do mesmo trimestre do ano passado.

O total da carteira de crédito expandida registrou R$ 13,999 bilhões no primeiro trimestre deste ano, em alta de 37,5% sobre os R$ 10,182 bilhões apurados no mesmo trimestre de 2012.
A receita de intermediação financeira do Panamericano cresceu no primeiro trimestre de 2013, para R$ 1,005 bilhão, ante R$ 871,734 milhões no primeiro trimestre de 2012.

A provisão para créditos de liquidação duvidosa caiu 9,7%, de R$ 341,100 milhões no primeiro trimestre de 2012 para R$ 307,746 milhões no primeiro trimestre deste ano.

A receita de prestação de serviços cresceu 23,3% no primeiro trimestre de 2013, para R$ 92,803 milhões, contra R$ 75,243 milhões no mesmo período do ano passado.

O resultado operacional da companhia passou de um desempenho negativo de R$ 21,559 milhões no primeiro trimestre de 2012 para o terreno positivo no mesmo período deste ano, a R$ 66,788 milhões.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Diretor do Banco do Nordeste apresenta medidas para regularização de dívidas à Bancada Nordestina


O diretor de Desenvolvimento Sustentável e Microfinança do Banco do Nordeste, Stélio Gama Lyra Júnior, participou ontem de reunião com parlamentares da Bancada Nordestina, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). No encontro, ele apresentou as ações para regularização de dívidas dos agricultores afetados pela seca e condições especiais de financiamento por meio do FNE Estiagem.

Stélio Gama explicou aos parlamentares a Medida Provisória 610, que concede descontos de até 85% para agricultores familiares com perdas comprovadas decorrentes da seca. O benefício é válido para mutuários de operações do Pronaf (exceto os do grupo B do Programa).

“Além da Medida Provisória 610, as resoluções 4.211 e 4.212, publicadas recentemente pelo Conselho Monetário Nacional, permitem que agricultores familiares localizados em municípios com situação de emergência decretada renegociem o saldo devedor em dez parcelas anuais, com o primeiro vencimento em 2016. Cada parcela paga até o vencimento terá bônus de adimplência de 80%, mesmo percentual de desconto aplicado em caso de liquidação da dívida”, ressaltou Stélio Gama.

Os produtores rurais não classificados como agricultores familiares também poderão parcelar suas dívidas em dez vezes, com o primeiro vencimento programado para 2015.

Na ocasião, o deputado Ariosto Holanda (PSB–CE) também apresentou uma série de ações estratégicas de convivência com a seca.

De acordo com o coordenador da Bancada do Nordeste, deputado Pedro Eugênio (PT–PE), as exposições realizadas serão a base para a formação de um grupo parlamentar de trabalho que vai desenvolver iniciativas em prol dos atingidos pela estiagem. “Esse grupo foi formado hoje e nós definiremos agora um cronograma de trabalho. Ao final, será elaborado um documento com as ações discutidas”, afirmou.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Reestruturação agiliza processo de crédito no Banco do Nordeste

 
Com objetivo de modernizar e dar maior agilidade à concessão de crédito, a Diretoria do Banco do Nordeste aprovou novo fluxo creditício, no qual as diversas estruturas que realizavam cada uma das etapas do processo foram unificadas em Centrais de Crédito a Clientes. A medida permitirá a redução do prazo de análise das propostas de empréstimo, variando, conforme a categoria do cliente, entre 15 e 90 dias, no máximo.
Segundo o presidente do Banco do Nordeste, Ary Joel Lanzarin, a mudança ocorre no sentido de melhorar a qualidade do atendimento ao cliente e ao mesmo tempo dar segurança às operações. “A medida representa o compromisso da Instituição de acelerar o processo de crédito, dentro de uma lógica de melhor atendimento e de busca permanente pela eficiência operacional”. Conforme Lanzarin, o Banco precisa ser ágil, eficiente e eficaz, em consonância com a urgência dos empreendedores em desenvolverem seus negócios.
O novo modelo
De acordo com o novo modelo, clientes com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões serão atendidos pelas Centrais Varejo, enquanto as Centrais Médio Porte ficarão responsáveis pelo atendimento aos clientes que faturam entre R$ 3,6 milhões e R$ 50 milhões. Clientes com faturamento acima de R$ 50 milhões serão atendidos pela Central Grande Porte.
O modelo especializa, ainda, o atendimento aos clientes do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do qual o Banco do Nordeste é o maior repassador de recursos em sua área de atuação.
Prazos de contratação
Com a nova configuração, o Banco do Nordeste estabeleceu novos prazos para a contratação das operações. Propostas classificadas como Varejo deverão ser contratadas até 15 dias após a entrada da solicitação. Já para clientes de médio e de grande portes, o prazo máximo para contratações é de 45 e 90 dias, respectivamente.
Para Fernando Passos, diretor Financeiro e de Crédito, a mudança dará mais fluidez ao processo de concessão de empréstimos e financiamentos. “O Banco do Nordeste está investindo na melhoria do atendimento ao público, imprimindo mais celeridade ao processo de crédito. Com isso, esperamos aumentar consideravelmente a nossa base de clientes”, afirma o diretor.
Além das Centrais de Crédito, foi aprovada a criação de quatro unidades de Controles Regionais, sediadas em São Luís (que atenderá os estados do Piauí e Maranhão), Fortaleza (que atenderá Ceará e Rio Grande do Norte), Recife (para atender Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Sergipe) e Salvador (que atenderá Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo), que atuarão na conformidade das propostas de crédito, de renegociações de dívidas e de desembolsos, dentre outras atividades.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Banco do Nordeste inaugura agência de Ceará – Mirim

 

A unidade será responsável pelo atendimento a nove municípios da região


O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) inaugura, na quinta-feira, 11, às 17h, sua 16ª agência no Rio Grande do Norte. A unidade está localizada na Rua Heráclito Vilar, s/n, no Centro do município de Ceará Mirim.


Durante a cerimônia, estarão presentes o presidente do Banco do Nordeste, Ary Joel Lanzarin, o prefeito da cidade, Antônio Peixoto, o superintendente estadual do BNB, João Nilton Castro Martins, além de outras autoridades.


Na unidade, que faz parte do plano de expansão da rede do BNB, serão atendidos clientes oriundos dos seguintes municípios: Poço Branco, Maxaranguape, Pureza, Rio do Fogo, São Miguel do Gostoso, Taipu, Touros, Ielmo Marinho e Ceará-Mirim.


“O Banco do Nordeste terá uma grande importância para o desenvolvimento de Ceará-Mirim e de todos os municípios jurisdicionados pela nova agência. Como principal indutor do desenvolvimento sustentável da Região Nordeste, o Banco disponibilizará aos clientes, linhas de crédito, produtos e serviços diferenciados, atendendo as atividades comercial, industrial, de prestação de serviços e rural“, afirma Arôldo Fernandes de Góis, gerente da unidade.

Na ocasião, será também realizada uma homenagem póstuma a um grande incentivador do desenvolvimento educacional e social da cidade: Monsenhor Rui Miranda. O pároco, falecido em 2011, dá nome ao prédio da nova agência.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Banco Central não quer ser Procon


Trabalho do Procon

O Banco Central está acompanhando de perto uma ação civil pública que corre na Justiça do Rio de Janeiro e trata da lei que regulamenta o tempo máximo que cada cliente pode ficar na fila de agências bancárias.

Tudo porque a Justiça decidiu que cabe ao próprio BC fiscalizar a aplicação da lei e promover sanções aos bancos que a descumprirem.

Em recurso apresentado contra a decisão, o BC argumenta que não tem competência legal para tratar de relações de consumo e que tal dever está ligado aos órgãos de defesa do consumidor.

Diz um diretor do BC:

- Parece que não queremos ajudar, mas não é isso. Nossa função é regular o Sistema Financeiro Nacional, não temos competência legal para tratar de relações de consumo. Para isso há o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Após derrubar juros, BB e Caixa batem recordes e ganham mercado

Matheus Lombardi

Do UOL, em São Paulo

 Os bancos públicos federais, Banco do Brasil e Caixa, ganharam a disputa por mercado contra os maiores bancos privados do país, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander, após a queda da taxa básica de juros.

O governo pressionou os bancos estatais a aumentarem a oferta de crédito e a baixar os juros para incentivar o consumo, em meio à desaceleração da economia.

Tanto o Branco do Brasil quanto a Caixa registraram lucros recordes no ano passado, de R$ 12,2 bi e R$ 6,1 bi, respectivamente. Enquanto isso, Itaú, Bradesco e Santander viram seus ganhos diminuírem o ritmo no mesmo período.

Com queda de 7%, o Itaú ainda foi o banco que mais lucrou no país, R$ 13,594 bilhões. Logo atrás vem o Bradesco, com ganhos de R$ 11,381 bilhões, o único entre os privados que aumentou o lucro no período (alta de 3%). Já o Santander teve um recuo de 5%, chegando a R$ 6,329 bilhões.

Carteira de crédito

Outro fator importante nessa disputa, a carteira de crédito, também mostra ampla vantagem dos bancos públicos.

A Caixa Econômica Federal anuciou que sua carteira cresceu 42% no ano passado, avanço quase cinco vezes maior do que a taxa média de seus principais concorrentes privados.

A carteira de crédito do Banco do Brasil, incluindo operações no exterior, cresceu 24,9% em 2012.


Os bancos são obrigados, por determinação do Banco Central, a oferecer uma série de serviços gratuitos aos clientes. Este e outros direitos, no entanto, muitas vezes não são conhecidos pelos consumidores, o que pode resultar em gastos desnecessários. Especialistas ouvidos pelo UOL listam a seguir direitos que muitas vezes não são informados pelos funcionários dos bancos.

Inadimplência

Um dos pontos de maior preocupação com a queda na taxa de juros, a indimplência dos bancos públicos ficou menor do que a média do setor no país.

O índice de pagamentos atrasados há mais de 90 dias do BB ficou em 2,05% em dezembro de 2012, enquanto a média geral dos bancos é de 3,64%.

A Caixa também ficou abaixo da média dos calotes, com 2,08% de empréstimos não pagos com mais de três meses de vencimento.

Governo tomou medidas para queda dos juros

No ano passado, o governo adotou várias medidas para estimular a economia diante da crise econômica global, com redução de impostos e juros.

A presidente Dilma Rousseff criticou por diversas vezes os juros cobrados pelos bancos e pediu para que as instituições diminuíssem seus ganhos para 'níveis civilizados'.

Taxa de juros

A taxa Selic determina o nível de consumo do país, pois influencia os juros de todas as operações na economia.

Os juros baixos são importantes para a maioria da população, que paga crediários menores, e os empresários, que encontram mais facilidades para vender sua produção e expandir negócios, pois fica mais barato comprar máquinas, por exemplo.

Por outro lado, os juros altos podem influenciar uma alta da inadimplência e diminuir o interesse de investidores, que passam a ter um retorno menor.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Quem quer o BVA?


Conversas para negociar

Apesar dos desmentidos, a turma do Banco Original (da J&F Investimentos ) esteve conversando com o FGC sobre o BVA.

A propósito, está marcado para o dia 28 o recebimento das propostas para a compra do banco. O Plural pode fazer uma proposta pelo encrencado BVA.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

De olho no BVA



Meirelles: novos negócios

Surgiu um novo concorrente de peso para tentar ficar com o minúsculo BVA, sob intervenção do BC há três meses: a holding J&F. Hoje, Joesley Batista e Henrique Meirelles estiveram na sede do BVA para uma reunião com os interventores do Banco Central e com a turma do Fundo Garantidor de Créditos.

Meirelles, que hoje atua como presidente consultivo do conselho da J&F, tem como uma de suas atribuições achar um modelo de crescimento para o Original, o banco da holding.

Para o abacaxi do BVA ser de fato descascado e o banco poder ser vendido – seja para Batista, seja para Carlos Alberto Oliveira Andrade, Caoa – o que importa é: os credores têm que concordar em alongar os prazos para o pagamento das dívidas. Sem isso, não há solução

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Itaú Unibanco tem lucro de R$ 3,4 bilhões no 3º trimestre

No 2º trimestre, lucro líquido recorrente do banco foi de R$ 3,585 bilhões.


Carteira de crédito total, incluindo avais e fianças, atingiu R$ 417,6 bilhões.

Do G1, com informações do Valor Online
O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira (23) ter registrado lucro líquido recorrente de R$ 3,412 bilhões no terceiro trimestre, uma queda de 13% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somara R$ 3,940 bilhões e de 4,8% em relação ao segundo trimestre (R$ 3,585 bilhões). O lucro líquido contábil, considerado no cálculo de pagamento de dividendos, foi de R$ 3,372 bilhões, o que representou redução frente a 2011, quando registrara R$ 3,807 bilhões, e na comparação com o trimestre anterior, que atingira R$ 3,304 bilhões.


No balanço divulgado nesta terça-feira, o banco citou os efeitos da redução da margem financeira em decorrência dos cortes da taxa Selic, entre outros fatores.

A carteira de crédito total, incluindo avais e fianças, atingiu R$ 417,6 bilhões, uma alta de 9,3% em um ano. A taxa de inadimplência acima de 90 dias ficou em 5,1% no trimestre, mostrando leve queda em relação ao índice de 5,2% visto no trimestre imediatamente anterior, mas ainda acima dos 4,7% do mesmo período do ano passado.

O retorno recorrente anualizado alcançou 17,7% no terceiro trimestre, abaixo dos 23,5% vistos em igual intervalo de 2011. No segundo trimestre deste ano, esse indicador estava em 19,4%

sábado, 20 de outubro de 2012

Nas mãos do BB



O consignado aindaem mãos

Na semana passada, depois de uma forte pressão do Cade, o Banco do Brasil recuou e abriu mão dos contratos de exclusividade que assinou com prefeituras e governos estaduais para operar créditos consignados em folhas de pagamento. Beleza.

Os concorrentes do BB se animaram. Mas algumas importantes prefeituras e governos já deixaram claro que só trabalharão com outros bancos mediante a negociações muito especiais.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Banco do Brasil abre concurso em 15 estados de quatro regiões do país

Estados são AC, AP, AM, CE, MA, MT, PB, PR, PE, PI, RN, RO, RR, SC, SE

Cargo é de escriturário; salário é de R$ 1.892,00.




Do G1, em São Paulo


O Banco do Brasil abriu concurso para formação de cadastro de reserva para o cargo de escriturário, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas (parte do estado), Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina (parte do estado) e Sergipe. O salário é de R$ 1.892,00 para jornada de trabalho de 30 horas semanais. O provimento das vagas está sujeito ao planejamento estratégico e às necessidades do Banco do Brasil.
 
Banco do Brasil
Inscrições
De 19 de outubro a 5 de novembro
Vagas
cadastro de reserva
Salário
R$ 1.892
Taxa
R$ 40
Provas
13 de janeiro de 2013
O candidato deve ter ensino médio e idade mínima de 18 anos completos até a data da contratação.

De acordo com o edital, ficam asseguradas as admissões, conforme necessidade de provimento, dos candidatos classificados nas seleções externas 2011/001, 2011/002 e 2011/003 até o término de suas vigências (04/03/2013, 29/04/2013 e 28/09/2013, respectivamente).

Os candidatos poderão realizar a inscrição por meio do endereço eletrônico www.concursosfcc.com.br das 10h do dia 19 de outubro às 14h do dia 5 de novembro, e nos postos credenciados pela Fundação Carlos Chagas, constantes do Anexo III do edital. Os postos de inscrição estarão em funcionamento no período das inscrições, em dias úteis, das 9 às 12h e das 13h às 17h. A taxa é de R$ 40.
Ao se inscrever o candidato deverá indicar no formulário de inscrição o código da opção de macrorregião/microrregião de classificação para a qual pretende concorrer e a cidade de realização da prova, conforme tabela constante do anexo I do edital.

As atividades do escriturário são comercialização de produtos e serviços do Banco, atendimento ao público, atuação no caixa (quando necessário), contatos com clientes, prestação de informações aos clientes e usuários; redação de correspondências em geral; conferência de relatórios e documentos; controles estatísticos; atualização/manutenção de dados em sistemas operacionais informatizados; execução de outras tarefas inerentes ao conteúdo ocupacional do cargo.

O candidato será classificado por macrorregião e por microrregião, de acordo com a sua opção no ato da inscrição. O candidato classificado será convocado, em função das necessidades do banco, a assinar contrato individual de trabalho com o banco, que se regerá pelos preceitos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O candidato poderá ser convocado, uma única vez, para microrregião diferente daquela em que se inscreveu desde que exista vaga e não haja candidato classificado para preenchê-la. Nesse caso, o Banco do Brasil utilizará a ordem de classificação da macrorregião. Se o candidato não aceitar tomar posse na dependência fora da microrregião em que se inscreveu, será excluído da classificação por macrorregião, mantendo, porém, a classificação na microrregião em que se inscreveu.

A seleção terá provas objetivas e prova discursiva-redação. Os procedimentos pré-admissionais, exames médicos e complementares serão de competência do Banco do Brasil.
A aplicação das provas objetivas e da prova discursiva-redação está prevista para o dia 13 de janeiro de 2013, no período matutino, e serão realizadas nas cidades indicadas no anexo I do edital.

A prova de conhecimentos básicos terá português, raciocínio lógico-matemático e atualidades do mercado financeiro. A prova de conhecimentos específicos terá cultura organizacional, técnicas de vendas, atendimento (focado em vendas), domínio produtivo da informática e conhecimentos bancários.

Banco Central decreta intervenção no banco BVA

Instituição tem situação econômico-financeira comprometida, diz BC.


Banco tem 0,17% dos ativos do sistema financeiro e 0,24% dos depósitos.



Do G1, em Brasília


O Banco Central informou que foi decretada nesta sexta-feira (19) intervenção no Banco BVA S.A., com sede na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em decorrência do "comprometimento da sua situação econômico-financeira e do descumprimento de normas que disciplinam a atividade da instituição".


O banco BVA detém, segundo a autoridade monetária, 0,17% dos ativos do sistema financeiro e 0,24% dos depósitos, com sete agências localizadas nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

Procurado, o banco disse que não se pronunciaria sobre o assunto.

"O Banco Central está tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, nos termos de suas competências legais de supervisão do sistema financeiro. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas punitivas de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis", acrescentou o BC.

Nos termos da lei, acrescentou a autoridade monetária, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição.

De acordo com balanço da instituição financeira, o lucro líquido registrado no exercício de 2011 foi de R$ 63,2 milhões, contra R$ 89,4 milhões no ano anterior. Os ativos encerraram o exercício em R$ 6,74 bilhões, alta de 48,8%.

Avaliação de agência de risco

Diante da demora em divulgar os resultados financeiros semestrais, a agência de classificação de risco Moody's rebaixou, no final de setembro, o rating de força financeira do banco BVA S.A. para E de E+, bem como seus ratings de depósito de longo prazo em escala global, em moedas local e estrangeira, para Caa1 de B2.

"O rebaixamento dos ratings do BVA incorpora a incerteza sobre seu desempenho financeiro dado o atraso da publicação dos relatórios financeiros semestrais. Os últimos relatórios financeiros publicados para o ano fiscal de 2011 reportaram um enfraquecimento da qualidade dos resultados, também afetados pelos altos custos operacionais e de crédito, à medida que a qualidade de ativos deteriorou, apesar de um crescimento de crédito robusto e rápido", disse a Moody's, em nota.

No relatório, a agência mostrou-se "preocupada que as tendências identificadas no desempenho do BVA em 2011 persistam, com efeito negativo sobre a rentabilidade e, particularmente, sobre adequação de capital".

Outra intervenção

A intervenção no BVA acontece após o próprio BC ter decretado, em setembro deste ano, a liquidação extrajudicial do Banco Cruzeiro do Sul S.A. e do Banco Prosper S.A. No caso do Cruzeiro do Sul, uma auditoria divulgada no dia 14 de agosto apontou um rombo de R$ 2,236 bilhões nas contas do banco. Antes de ser liquidado, o Cruzeiro do Sul também passou por um processo de intervenção, por meio do Regime de Administração Especial Temporária (Raet).

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Banco do Brasil reduz taxas de juros para pessoas físicas e empresas

Novo patamar de juros passa a vigorar a partir de segunda-feira.


Selic foi reduzida na última quarta-feira para 7,5% ao ano.



Do G1, em São Paulo



O Banco do Brasil anunciou nesta sexta-feira (31) que reduzirá taxas de juros em linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas a partir desta segunda-feira (3). A decisão acompanha a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a Selic, segundo o banco.

Nesta quarta-feira (31), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu de 8% para 7,5% ao ano a taxa básica de juros da economia.
Para consumidores, por exemplo, a taxa mínima do crédito benefício de 2,21% ao mês para 2,17% ao mês; a do crédito automático, de 1,93% ao mês para 1,89% ao mês e a de crédito para material de construção, de 1,53% ao mês para 1,49% ao mês. No caso de empresas, a linha giro recebíveis passará de 1,186% ao mês para 1,166% ao mês.

“Temos o compromisso com os nossos clientes e com a sociedade de praticar taxas de juros que sejam as menores do mercado, nas principais linhas de crédito. O Banco do Brasil foi o primeiro a reduzir suas taxas e prepara-se para continuar liderando o sistema financeiro do País nesta nova conjuntura de juros baixos desejada por todos os brasileiros”, afirma Alexandre Abreu, vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, em nota.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Cara a cara


Sem advogados

A negociação-relâmpago entre Itaú e BMG para se associarem durou três dias. Nos dois primeiros, foram apenas cinco pessoas na sala — incluindo os controladores quem evitaram, assim, o tradicional batalhão de advogados.

domingo, 8 de julho de 2012

Banqueiro prodígio, André enfrenta viés de baixa

Site 247
                      
Banqueiro prodígio, André enfrenta viés de baixa
Foto: Edição/247

À frente do grupo BTG Pactual, André Esteves montou grupo bilionário, mas alguns de seus negócios e sua imagem começam a derrapar; nota no Radar informa que o Panamericano perde R$ 80 milhões/mês; além disso, o empresário está com um jato apreendido pela Polícia Federal por suposta sonegação fiscal


247 – Uma nota publicada na coluna Radar, da revista Veja, neste fim de semana, promete agitar o mercado financeiro nos próximos dias. Diz o texto, do jornalista Lauro Jardim, que a banco Panamericano vem contabilizando prejuízos de R$ 80 milhões por mês. O Panamericano é aquele mesmo banco que pertenceu ao empresário Silvio Santos e foi à lona, deixando um rombo de R$ 4,2 bilhões. Depois disso, ele foi comprado pelo BTG Pactual, do jovem bilionário André Esteves, e capitalizado pela Caixa Econômica Federal. Imaginava-se que, depois disso, o banco sairia do buraco. Aparentemente, no entanto, não é o que está ocorrendo.

Na mesma coluna, Jardim informa ainda que o BTG Pactual perdeu a preferência para a aquisição do banco BMG – o favorito, agora, é o Bradesco. Com a aquisição do mineiro BMG, especializado em crédito consignado, o BTG Pactual poderia utilizar uma linha de crédito de R$ 10 bilhões, disponibilizada pela Caixa Econômica Federal. O que indica que o Panamericano não vem conseguindo originar operações de crédito na velocidade adequada.

De todos os movimentos empresariais conduzidos por André Esteves, a compra do Panamericano foi o mais arriscado. Ainda que tenha utilizado recursos do Fundo Garantidor de Crédito, o banco sofreu uma crise de imagem, da qual ainda não se recuperou completamente – há poucos meses, cogitava-se até trocar a marca da instituição financeira. No último mês, a ação do banco chegou a cair mais de 30%.

Assim como ocorre no banco, André Esteves, pela primeira vez em sua trajetória, começa a sofrer problemas de imagem. Ele e outro sócio do BTG Pactual, Marcelo Kalim, estão com jatos apreendidos pela Operação Pouso Forçado, da Polícia Federal. A acusação é de que teriam sonegado impostos, ao simular que os aviões, usados apenas por brasileiros, seriam norte-americanos. O delegado responsável pela operação, Jessé de Almeida, declarou que os donos das aeronaves são pessoas de “grande capacidade econômica” e afirmou que R$ 192 milhões em impostos deixaram de ser recolhidos.

Este é um problema que Esteves, bilionário da lista da Forbes, poderá resolver com relativa tranquilidade. Basta colocar a mão no bolso e resolver as eventuais pendências com a Receita Federal. Mais complexa, no entanto, será encontrar uma solução para o Panamericano, caso prejuízos tão grandes estejam sendo registrados mês a mês.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Moody's rebaixa nota de crédito de oito bancos brasileiros

Agência de classificação vem revisando rating de todos os bancos.

Bancos são BB, Safra, Santander, HSBC, Bradesco, Itaú, BBA e Votorantim.


Da Agência Estado



A agência de classificação de risco Moody's informou nesta quarta-feira (27) que rebaixou a nota de crédito de oito instituições financeiras brasileiras entre um e três graus, como parte de sua revisão global de todos os bancos com ratings mais elevados do que o rating soberano de seu país de origem.

"Nossa análise indicou que há poucas razões para acreditar que esses bancos estariam isolados a partir de uma crise da dívida do governo", justificou a Moody's, em comunicado. "Mais especificamente, nós notamos uma significativa exposição direta desses bancos para os títulos do governo brasileiro, equivalente a 167% do capital de nível 1, em média".

A Moody's rebaixou Banco do Brasil, Safra, Santander e HSBC Bank Brasil - Banco Múltiplo ao nível do rating de crédito soberano do Brasil, ou seja, o grau de investimento Baa2.

Bradesco, Itaú Unibanco e o banco de investimentos do Banco Itaú BBA foram rebaixados em um grau acima do rating soberano, porque possuem fatores que ajudam a mitigar os riscos, incluindo níveis moderados de diversificação transfronteira e altos níveis de negócios e diversificação de resultados, apesar de, em geral, possuírem altos níveis de participação na dívida soberana.

Banco Votorantim foi rebaixado em um grau abaixo do nível do rating da dívida soberana brasileira para refletir o mau desempenho financeiro do banco, incluindo a fraca qualidade e rentabilidade dos ativos e as perspectivas de desafios constantes para a sua solidez financeira. As informações são da Dow Jones.

domingo, 27 de maio de 2012

Bradesco negocia compra do Santander no Brasil

Operação levaria instituição ao primeiro lugar do ranking de bancos do Brasil


PRÉDIO DO Santander em São Paulo: uma das propostas é de troca de ações entre os bancos, o que elevaria a liquidez da instituição espanhola

PRÉDIO DO Santander em São Paulo: uma das propostas é de troca de ações entre os bancos, o que elevaria a liquidez da instituição espanhola

SÃO PAULO — O Bradesco está próximo de fechar a compra das operações do Santander no Brasil. O negócio para o banco espanhol, que já se desfez de operações no Chile e na Colômbia, passou a ser imperativo em razão do agravamento da crise bancária na Espanha, que tem exigido novos aportes de capital para fazer frente ao aumento da inadimplência. Procurado pelo GLOBO, o Bradesco não quis comentar a informação, e nenhum representante do Santander foi encontrado. Se confirmada, a operação catapultaria o Bradesco da terceira para a primeira posição no ranking dos maiores bancos de varejo do Brasil, ultrapassando de uma só vez o Itaú Unibanco e o Banco do Brasil (BB).

Pelos números de março, Bradesco e Santander, juntos, somariam R$ 1,2 trilhão em ativos e R$ 108,4 bilhões em patrimônio líquido, contra R$ 896,8 bilhões e R$ 72,5 bilhões, respectivamente, do Itaú Unibanco. Já o BB fechou seu balanço no primeiro trimestre com R$ 1 trilhão em ativos (por ora, é a única instituição latino-americana a atingir essa marca) e R$ 60 bilhões de patrimônio líquido.

Negócio ajudaria a capitalizar matriz

A princípio, os controladores do Santander dizem não ter a intenção de deixar completamente suas operações no Brasil, que hoje responde por mais de 30% do resultado global do grupo. A primeira informação que circulou no mercado dava conta do interesse do Santander de abrir mão de uma fatia entre 30% e 40% do seu capital no Brasil. Considerando as estimativas feitas por alguns executivos sobre o valor do banco (entre R$ 100 bilhões e R$ 160 bilhões, neste caso incluindo o ágio pago na aquisição do antigo ABN Amro/Real), a transação poderia chegar a R$ 64 bilhões.

O Banco do Brasil estava entre os principais interessados e vinha negociando com a instituição espanhola. Mas as conversas esbarraram na falta de acordo sobre preço. Não se descarta no mercado a hipótese de o Bradesco, que é apontado até agora como a instituição com mais chances de fechar a negociação, abocanhar o controle total.

— Não vejo o Bradesco como minoritário no negócio. Antes de ser vendido para o Itaú, o Unibanco chegou a negociar com o Bradesco e a proposta colocada na mesa era uma administração compartilhada. O Bradesco não aceitou na época — disse um desses executivos a par das conversas.
Bradesco e Santander iniciaram negociações há pouco menos de oito meses, mas as conversas ganharam velocidade nos últimos dois meses. Uma das propostas é a troca de ações entre os bancos, que asseguraria ao Santander a liquidez almejada para capitalizar sua operação na matriz.

Se confirmado, o negócio ainda terá que ser aprovado pelo governo. Comunicado sobre as negociações, o governo manifestou de início preocupação com o aumento de concentração de mercado. Mas o Banco Central já manifestou a alguns interlocutores o receio de que as dificuldades enfrentadas pelo Santander na Espanha possam contaminar as operações no Brasil. Por isso, não colocaria obstáculos a um eventual acordo.

Esta semana, as ações do BB caíram após rumores de que o banco estaria interessado em adquirir a participação no Santander. O interesse pela aquisição de 49% do banco espanhol, no entanto, teria sido vetada pela presidente Dilma Rousseff, segundo o jornal “Estado de S.Paulo”. Segundo o jornal, Dilma teria determinado ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que suspendesse as conversações. A presidente teria visto no negócio o aumento da concentração do setor, num momento em que o governo, em sua cruzada pela redução dos juros bancários, busca uma maior concorrência entre os bancos.

Santander fez várias aquisições no país

Desde sua entrada no mercado brasileiro, em 1957, o Santander fez aquisições de bancos de médio porte. Em 1997, o Grupo Santander comprou o Banco Geral do Comércio, mudando o nome da instituição para Banco Santander Brasil. No ano seguinte, adquiriu o Banco Noroeste e, em 2000, o Meridional, com a subsidiária Banco Bozano, Simonsen.

Em 2007, o Santander Espanha participou de um consórcio com Royal Bank of Scotland e Fortis para comprar o controle do capital do ABN Amro, que controlava o Banco Real. A operação foi aprovada com ressalvas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). No ano seguinte, um acordo com o Fortis deu ao Santander a administração do ABN Amro no Brasil. O Santander Espanha também assumiu o controle do Banco Real, quarto maior banco privado do país em ativos. E, em 2009, o Real foi incorporado ao Santander Brasil e extinto como pessoa jurídica. Segundo o site do Santander, a incorporação está pendente da aprovação do Banco Central do Brasil.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Os “cavalos” da Febraban♥



Sardenberg irritou o Planalto

A irritação do Palácio do Planalto com os bancos subiu alguns graus centígrados, depois que o economista–chefe da Febraban, Rubens Sarnderberg, ironizou a pressão para que os bancos aumentem o volume de crédito – destacado em manchete do jornal O Globo de hoje.

Disse Sardenberg: “Alguém já disse que você pode levar um cavalo até a beira de um rio, mas não conseguirá obriga-lo a beber água”.

Agora, ocupantes importantes de gabinetes no Palácio só se referem aos banqueiros como “os cavalos”.

É a segunda trombada da Febraban com o governo em memos de um mês. No mês passado, uma resposta do presidente da entidade, Murillo Portugal, para Guido Mantega foi considerada acima do tom pelo governo.

Ps : De que Lado a corda vai quebrar.......

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O nome fica



O nome não mudará, mas a logo está com os dias contados

Depois do escândalo financeiro em 2010, a ideia de mudar o nome do Banco Pan Americano subiu no telhado. Uma agência de publicidade contratada pelos novos administradores da instituição chegou à conclusão que a marca, ainda muito atrelada a Silvio Santos, tem credibilidade com a população.

Uma mega campanha publicitária orçada em quinze milhões de reais vai tentar repaginar a imagem do banco nos próximos meses.

sábado, 14 de abril de 2012

Bancos brasileiros ganham duas vezes mais do que nos EUA

O Globo

A rentabilidade média dos bancos no Brasil foi quase duas vezes maior que a dos bancos dos Estados Unidos em 2011. Segundo levantamento feito pela consultoria Economatica, enquanto o ganho médio (retorno sobre patrimônio líquido) dos bancos brasileiros ficou em 13,97%, o dos americanas ficou em 7,63%.

Mesmo tomando apenas as maiores instituições dos dois países, a rentabilidade aqui ainda é bem maior que a dos bancos americanos, que ainda se recuperam dos estragos da crise de 2008, que derrubou a 2,81% a retorno médio do setor no país em 2009.

De acordo com dados compilados pela Economatica, enquanto JP Morgan Chase e Wells Fargo fecharam 2011 com rentabilidade de 10,55% e 11,90%, respectivamente, Banco do Brasil e Itaú Unibanco tiveram taxas de 21,7% e 21,2% no mesmo indicador.

JP Morgan e Wells Fargo, porém, são instituições muito maiores que BB e Itaú Unibanco, o que fica claro quando se comparam seus lucros em 2011: US$ 18,9 bilhões e US$ 15,8 bilhões, contra US$ 6,7 bilhões e US$ 7,7 bilhões do brasileiros. O que é esperado diante do tamanho da economia americana