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terça-feira, 4 de junho de 2013

Categoria aceita proposta e termina greve nesta terça

A greve dos professores municipais foi suspensa na tarde desta segunda-feira (3) após assembleia realizada na Assen. De acordo com a coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (Sinte-RN), Fátima Cardoso, a assembleia foi participativa e o fim da greve se deu pela melhoria das propostas da prefeitura. “Se não colocar em prática as propostas, a greve volta”, afirmou Fátima Cardoso.

A proposta apresentada pela Prefeitura e acatada pela categoria foi de reajuste de 10%, para os professores e educadores infantis da Rede Municipal de ensino, em julho de 2013; reajuste dos 24,56% restantes em 2014 e 2015 em julho e novembro (duas parcelas ao ano) sobre o salário de junho de 2013, totalizando o percentual de 34,56% e restabelecimento da data base anual (janeiro) de reajuste dos professores e educadores infantis da rede municipal de ensino, de acordo com a Lei Nº 11.738/08. Para isso será encaminhado Projeto de Lei á Câmara Municipal do Natal, até julho/2013.

A categoria garantiu ainda: a antecipação do pagamento de 40% do décimo terceiro no dia 14 de junho de 2013; e o pagamento dos atrasados, referentes às promoções já implantadas, no mês de julho do corrente ano; a publicação e implementação da Progressão Funcional dos professores na folha de pagamento de julho. É esperado também a realização de concurso público até novembro deste ano, e publicação e implementação da Progressão Funcional dos professores na folha de pagamento.

As aulas serão retomadas nesta terça-feira (4). A paralisação durou 13 dias corridos.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Professores não aceitam proposta da Prefeitura e greve continua em Natal

 

Os grevistas se mostraram insatisfeitos com o valor de 10% e a data estipulada pelo poder Executivo para iniciar o pagamento

Por Geraldo Miranda e Leonardo Dantas

Os professores da rede municipal de ensino não aceitaram a proposta da Prefeitura de Natal nesta segunda-feira (27). A proposta foi colocada em votação durante assembleia da categoria, que considerou o reajuste de 10% oferecido pelo Executivo como insuficiente e aprovaram a continuidade da greve por tempo indeterminado.

A categoria deliberou por uma nova assembleia para a segunda-feira (3), às 14h. Agora, eles seguirão em marcha com destino ao Palácio Felipe Camarão, onde realizam mais um protesto.

A maior reclamação dos professores é o prazo solicitado pela Prefeitura para efetuar o reajuste e o valor, tendo em vista que a proposta inicial era de 34%.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Mercadante prega diálogo para 'entendimento' com grevistas

Ministro se reuniu com reitores de institutos federais de educação.

Ele chamou de 'vandalismo' pichações nas fachada do ministério.




Vitor Matos Do G1, em Brasília


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou no início da noite desta quarta-feira (18) que vai continuar "dialogando e buscando entendimento com professores". O ministro passou a tarde reunido com reitores dos institutos federais de educação, focados em cursos técnicos, para apresentar a proposta do governo para o reajuste dos docentes federais, em greve há dois meses.

Na semana passada, o governo apresentou novo plano de carreira e reajuste de até 45%, mas parte da categoria é contra. Até a segunda (16), 57 das 59 universidades permaneciam paradas, além dos 37 institutos e centros de educação tecnológica, que incluem o Colégio Pedro II. Nesta terça (17), em reunião com reitores das universidades federais, Mercadante disse que não havia margem para aumento maior. Nesta quarta, não foi anunciada nenhuma nova proposta.

Na opinião de Mercadante, os encontros vão ajudar a construir um acordo com os grevistas. "O entendimento que tivemos ontem [terça] e hoje [quarta] vai ajudar no esclarecimento da proposta e resolver pontos importantes na expectativa da categoria. Continuaremos colocando nossos pontos pra que os alunos não sejam mais prejudicados", afirmou.

Mercadante, a exemplo do que fez na terça, mencionou a crise financeira internacional como dificuldade para flexibilizar a negociação com os grevistas. "Com a crise financeira, a prioridade do governo será preservar o emprego daqueles que não são servidores, que não têm estabilidade. Nossa margem fiscal vai ser dirigida pra manter emprego e renda da população. Não queremos que aconteça aqui o que está acontecendo na Europa, como cortes de empregos."

O ministro também informou que, na reunião com os reitores dos institutos federais, ficou decidido que um grupo de trabalho, formado por representantes dos institutos, vai elaborar propostas para melhorias na carreira.

O grupo de trabalho vai ficar responsável principalmente, segundo o ministro, por propor critérios para progressão dos professores na carreira a partir de certificações técnicas, e não apenas mestrado e doutorado. Outro ponto que será debatido dentro do grupo serão incentivos para professores que atuarem em institutos em locais remotos do país, onde funcionam algumas dessas intituições.

Vandalismo

O ministro qualificou de "vandalismo" as pichações feitas na fachada do Ministério da Educação por estudantes durante manifestaçoes de servidores federais na Esplanada na manhã desta quarta.

"Esse tipo de vandalismo nada contribui, nada resolve. É legitima a manifestação, é própria da democracia. Mas um ato que agride um patrimônio público construido com o dinheiro do povo, em nada contribui para o momento. Temos que responder a isso com mais educação. Tenho certeza que esses jovens sentirão vergonha do que fizeram", disse o ministro.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Professores estaduais paralisam atividades nesta quinta


Os professores da rede estadual paralisam as atividades durante todo o dia de hoje, quinta-feira (10). A manifestação tem início às 9h e se prolonga até às 15h, quando realizam um debate na Assembleia Legislativa. Durante a terça-feira (8), a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) visitou as escolas para mobilizar professores para o movimento.

O protesto, a princípio, não se estenderá e os professores retornarão às aulas amanhã.

Os professores exigem melhorias nos planos de carreira e nas condições de trabalho, segundo informou a presidenta do Sinte/RN, Fátima Cardoso. De acordo com ela, os professores pedem o pagamento do plano de carreira dos funcionários e o pagamento de forma integral dos aposentados. A gratificação a diretores das escolas é uma das reivindicações.

Além disso, os professores cobram o envio de um Projeto de Lei que encontra-se no Governo. “Tem um projeto de Lei sobre a revisão de plano de carreira que está no Governo desde 2010″, disse Fátima Cardoso. No tocante à infraestrutura, o sindicato também coloca em pauta a ampliação de algumas escolas estaduais.