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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Detento fica enroscado em teto de delegacia no Paraná após tentar fugir


Outros quatro presos da delegacia fugiram nesta segunda-feira (27).
Preso que ficou enroscado foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros.



Do G1 PR
 

Preso fica enroscado no teto de delegacia  (Foto: Divulgação / Polícia Civil ) 
Preso fica enroscado no teto de delegacia
(Foto: Divulgação / Polícia Civil )


Um preso da delegacia de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, ficou enroscado no teto ao tentar fugir do local durante a madrugada desta segunda-feira (27).

Segundo o delegado Erineu Portes, quatro detentos conseguiram escapar. O detento que ficou entalado foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros por volta das 7h. O resgate demorou cerca de duas horas. Conforme Portes, ele não ficou ferido e já retornou à carceragem. Até as 12h10, os demais presos não tinham sido encontrados.

Vinte e oito presos fugiram da carceragem da Delegacia da Polícia Civil de São José dos Pinhais, também na Região Metropolitana de Curitiba, na madrugada de domingo (26). 

Conforme os policiais, os presos serraram as grades da cela e fugiram. Até a manhã desta segunda, três foragidos tinham sido recapturados.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

34 presos fugiram da Penitenciária de Alcaçuz; Fuga é a maior da história da unidade

 




A Coordenação da Administração Penitenciária (Coape) confirmou a quantidade de presos que fugiram da Penitenciária Estadual de Alcaçuz: 34 detentos deixaram a unidade na madrugada de hoje (22). Até o fim da manhã, havia a confirmação que dois presos haviam sido recapturados. A fuga foi a maior da história de Alcaçuz.

Antes da fuga que ocorreu na manhã de hoje, a maior fuga registrada na unidade prisional era a que ocorreu no dia 6 de abril, quando 32 detentos deixaram a unidade prisional. Antes das fugas de abril, maior havia ocorrido em 6 de novembro de 2000, quando o bando do assaltante Valdetário Carneiro invadiu e libertou ele e mais 28 detentos.

A maior fuga do sistema prisional potiguar foi registrada em janeiro de 2012, quando 41 detentos conseguiram escapar do presídio Rogério Coutinho Madruga, o chamado Pavilhão 5, mas que tem administração independente de Alcaçuz.

A fuga - Para deixarem a unidade prisional na madrugada de hoje, os presos de Alcaçuz utilizaram a mesma entrada do túnel descoberto em 6 de abril, quando 32 presos deixaram o presídio. Hoje, no entanto, os presos usaram um caminho diferente para deixar o presídio.

De acordo com Dinorá Simas, diretora de Alcaçuz, os presos fugiram por um túnel que começa no pavilhão 2 e vai até a área externa do presídio. O túnel tem cerca de 55 cm de diâmetro e fica a menos de dez metros de uma das guaritas. Ainda de acordo com a direção, o pavilhão 2 tinha 159 presos antes desta fuga.

A unidade é uma das três do sistema prisional potiguar que conta com vigilância da Força Nacional. Ao todo, as duas fugas tiveram 66 presos fugindo de Alcaçuz em 16 dias, com pelo menos sete recapturados e dois mortos em confronto com a Polícia Militar.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

32 presos fugiram de Alcaçuz na madrugada de hoje; Fuga é a segunda maior da história

 
O número total de presos que fugiram do presídio de Alcaçuz na madrugada de hoje (6) é de 32. A informação foi confirmada pela direção do presídio e que todos os fugitivos pertenciam ao Pavilhão 2 da penitenciária. Deste total, apenas 3 foram recapturados e a polícia continua em diligências na busca pelos outros apenados.

A Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc) informou que será aberta uma sindicância para apurar a fuga. O secretário da pasta, Edilson França, adiantou que medidas serão tomadas para evitar novas evasões. "De imediato também vamos melhorar a iluminação interna e externa; vamos fazer a limpeza do terreno que fica nos arredores do Presídio, para dificultar que fugitivos se escondam no mato e faremos revistas periódicas e sistemáticas a partir de agora”, disse o secretário.

Esta é a segunda maior fuga já registrada em Alcaçuz. No ano de 2012, mais de 40 presos escaparam do Pavilhão 5 da penitenciária pulando o muro em uma área que se localizava entre duas guaritas desativadas. Nesta mais recente escapada dos detentos, foi utilizado um túnel com acesso ao lado de fora do presídio.
Confira lista dos presos que fugiram:

Adailton Kleber Barbosa Lima, (assalto)
Adriano da Conceição (assalto)
Allef Marrone da Silva Coringa (assalto)
Alyson da Cruz Andrade, (assalto e furto)
Alysson Breno da Silva Tindô (assalto)
Anderson John de Sousa Silva (tráfico de drogas)
Daniel do Nascimento Lima (furto)
Denis Rodrigues da Silva (assalto)
Ewerton da Silva Barbosa (homicídio)
Fábio Pereira dos Santos (furto)
Francisco Robério de Lima Silva (homicídio)
Francisco Tiago da Silva (assalto)
Fransueldes Dantas dos Santos (tráfico de drogas)
Ivanildo Domingos da Silva (assalto)
Janailson Dionisio da Silva (assalto)
Joeudice Cirilo Pereira (tráfico de drogas)
Jose Alan do Nascimento (assalto)
Jose Rafael da Silva (assalto)
Josiel Honorato de Carvalho (assalto)
Luan Franklin Anselmo da Silva (assalto)
Paulo Roberto Alves de Pontes (assalto)
Rafael Vieira Dantas (homicídio)
Rivanildo Pereira Medeiros (falsificação de documento)
Robson Alves Rodrigues (assalto)
Rodrigo Costa Sena (assalto)
Rodrigo Felipe Macedo (assalto)
Sandro Afonso de Souza Tavares (assalto)
Tiago Batista Coelho (assalto)
Wellington Santos Cruz (assalto)

Recapturados: Adriano Santos do Nascimento, Aurélio Mendonça e Marcílio Bezerra Mendonça.

32 presos fugiram de Alcaçuz na madrugada de hoje; Fuga é a segunda maior da história


O número total de presos que fugiram do presídio de Alcaçuz na madrugada de hoje (6) é de 32. A informação foi confirmada pela direção do presídio e que todos os fugitivos pertenciam ao Pavilhão 2 da penitenciária. Deste total, apenas 3 foram recapturados e a polícia continua em diligências na busca pelos outros apenados.

A Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc) informou que será aberta uma sindicância para apurar a fuga. O secretário da pasta, Edilson França, adiantou que medidas serão tomadas para evitar novas evasões. "De imediato também vamos melhorar a iluminação interna e externa; vamos fazer a limpeza do terreno que fica nos arredores do Presídio, para dificultar que fugitivos se escondam no mato e faremos revistas periódicas e sistemáticas a partir de agora”, disse o secretário.

Esta é a segunda maior fuga já registrada em Alcaçuz. No ano de 2012, mais de 40 presos escaparam do Pavilhão 5 da penitenciária pulando o muro em uma área que se localizava entre duas guaritas desativadas. Nesta mais recente escapada dos detentos, foi utilizado um túnel com acesso ao lado de fora do presídio.

sábado, 14 de março de 2015

Três presos fogem do Centro de Detenção Provisória de Assu, RN

Fuga aconteceu na madrugada deste sábado (14).
Detentos quebraram grades e fugiram por um espaço com menos de 1 m.

Do G1 RN
 
Fuga aconteceu na madrugada deste sábado (14) (Foto: Divulgação/Polícia Militar do RN)Fuga aconteceu na madrugada deste sábado (14) (Foto: Divulgação/Polícia Militar do RN)
 
 
Na madrugada deste sábado (14), três presos fugiram do Centro de Detenção Provisória do Município de Assu, na região Oeste do Rio Grande do Norte. De acordo com a Polícia Militar, os detentos serraram as grades da cela para escapar. Há suspeitas de que um carro dava cobertura e ajudou os presos na fuga.

Ainda segundo informações da PM, a fuga ocorreu por volta das 3h. Os fugitivos foram identificados como Diego Silva dos Santos e Adailton Franklin de Souza - presos por receptação e Arthur Costa Silva, condenado por roubo.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Presos aproveitam barulho de trio-elétrico e fogem em Caicó, RN

Três detentos fugiram da delegacia da cidade na noite deste sábado (4).


Trio-elétrico do Caicó Fest estava em clube ao lado da delegacia.

Do G1 RN

Delegacia de Caicó registrou fuga na noite deste sábado (4) (Foto: Eliezer Dantas/G1)Delegacia de Caicó registrou fuga na noite deste sábado (4) (Foto: Eliezer Dantas/G1)

Três presos que estavam na delegacia municipal de Caicó, cidade na Região seridó do Rio Grande do Norte, aproveitaram o barulho de um trio-elétrico que estava ao lado do prédio para fugir. Segundo a Polícia Militar, devido o barulho do trio-elétrico, o policial que estava no local não ouviu quando os detentos escavaram uma parede da delegacia. Os três fugitivos continuam foragidos.
Os fugitivos são o assaltante Edvaldo Ferreira Dantas, o homicida Cícero Romão do Nascimento e Emanuel Alanderson Clementino da Silva, que responde por tentativa de homicídio.

Na hora da fuga, agente de Polícia Civil estava de plantão na delegacia. Segundo a polícia, os presos estavam na cela 1 e escavaram um buraco na parede para a cela 2, cuja grade estava aberta por não ter detentos. De lá, tiveram acesso à parte externa da delegacia e fugiram.

Os fugitivos são de outras comarcas. O juiz Criminal de Caicó, Luiz Cândido de Andrade Villaça, disse que já tinha determinado a transferência dos fugitivos para as suas respectivas cidades de origem.

A Polícia Militar realiza diligências desde o momento em que a fuga foi percebida, mas ainda não conseguiu recapturar ninguém.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Fuga de empresas enfraquece RN

Andrielle Mendes - Repórter Tribuna do Norte

A Agrícola Famosa, que confirmou ontem a transferência de 30% de sua produção no Rio Grande do Norte para o Ceará devido a baixa oferta de água para irrigação, não foi a única a anunciar a transferência de parte das atividades desenvolvidas no Estado no último ano. Pelo menos outras quatro grande empresas fizeram o mesmo nos últimos meses. Para William Pereira, professor doutor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Espaço, Trabalho, Inovação e Sustentabilidade e integrante do Grupo de Estudos em Economia Política do Desenvolvimento, o cenário é preocupante.
Emanuel AmaralUnidade da Alpargatas que chegou a ter mil operários foi desativada e linha de produção de Natal transferida para o estado da ParaíbaUnidade da Alpargatas que chegou a ter mil operários foi desativada e linha de produção de Natal transferida para o estado da Paraíba

A primeira empresa a anunciar a transferência de parte das atividades em 2012 foi a Coteminas, uma das maiores empresas têxteis do mundo, que fechou uma das duas fábricas no RN e transferiu parte da produção para a Paraíba. O grupo prometeu, em fevereiro do ano passado, construir um empreendimento de R$ 1,1 bilhão na área da atinga fábrica, mas não voltou ao assunto em 2013.

A Alpargatas também fechou uma de suas três fábricas no RN em dezembro. A unidade, que chegou a empregar mil pessoas no auge na produção, não empregava nem 100 em 2012. Parte da produção foi transferida também para a Paraíba. A decisão, segundo a empresa, foi motivada pela necessidade de 'otimização do processo produtivo'. "Buscamos ganhos de produção e eficiência logística", justificou a empresa, em nota. Líder no setor de calçados na América Latina, a Alpargatas é detentora das marcas Havaianas, Dupé, Topper, Rainha, Mizuno, Timberland, Sete Léguas e Meggashop. Com receita líquida de R$ 2,6 bilhões em 2011, possui fábricas no Brasil e na Argentina, 448 lojas em todo o mundo e exporta para 86 países.

A Bioenergy, uma das quatro maiores geradoras de energia eólica do país, também fez o mesmo. Cansada de esperar a instalação das subestações e linhas de transmissão de responsabilidade da Chesf e amargar prejuízos com as falhas no escoamento de energia eólica, a empresa solicitou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a transferência de um dos seus quatro parques eólicos, já em instalação no RN, para o Maranhão, onde também executa projetos. A ideia, entretanto, segundo Sérgio Marques, presidente da Bioenergy, seria transferir para o Maranhão todos os quatro parques previstos para o estado e orçados em R$ 440 milhões.

A última foi a Agrícola Famosa, maior empresa exportadora de frutas frescas do Brasil e maior produtora de melão do mundo, que reduziu em pouco mais de 23% a área de plantio e em 10% o número de empregados no estado, em função da baixa oferta de água para a irrigação. "Se o inverno for fraco e não houver reposição da água, vamos transferir uma parte ainda maior da produção", avisou Luiz Roberto Barcelos, sócio-diretor da empresa.

As reclamações são antigas. Ainda em abril do ano passado, Flávio Rocha, presidente das Lojas Riachuelo e vice-presidente do grupo Guararapes, maior confecção de vestuário da América Latina, já havia declarado que o RN era 'um ambiente hostil ao empresariado' e que por isso estava construindo uma nova fábrica no Ceará.

Sérgio Marques, da Bioenergy, também já havia reclamado das condições oferecidas pelo estado. "Eu acho que o Rio Grande do Norte carece é de investimento em estradas, linhas, conexões elétricas, devido a quantidade de parques que estão sendo instalados aqui. Não adianta ter um grande volume de investimento, uma grande oferta de projetos, se não tem uma infraestrutura que comporte estes investimentos", afirmou, em entrevista à TN ainda em março de 2012.

Segundo William Pereira, da UFRN, o reflexo direto é a redução do emprego e da renda no estado. "A economia sofre um verdadeiro baque. Os prejuízos são terríveis", afirma.

Governo tenta reverter situação

Há pouco mais de 30 dias no cargo, o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Rogério Marinho, afirmou que a transferência de parte da produção de cinco das maiores empresas instaladas no RN é fruto de 'decisões empresariais que vem sendo amadurecidas ao longo de anos'. Apesar do posicionamento, Rogério encontrou-se na última semana, em São Paulo, com dois dos empresários que decidiram transferir parte das atividades para estados vizinhos e tentou contato, mas sem sucesso, com um terceiro por telefone.

Os dois empresários contactados ficaram de vir ao Rio Grande do Norte discutir a decisão, mas não sinalizaram que mudarão de ideia. Segundo o secretário, os motivos que levaram cada um dos empresários a tomar a mesma decisão são diferentes. No entanto, parte deles, afirma, está ligada à política de incentivos à indústria. "As indústrias sobrevivem à base de incentivos fiscais. Quando os incentivos acabam, elas partem para onde é mais lucrativo", afirmou.

O governo diz ter uma carta na manga para evitar que novas empresas, pelo menos do setor industrial, deixem o estado. "Vamos enviar para a Assembleia Legislativa o Novo Proadi". O projeto já elaborado flexibiliza a concessão de incentivos fiscais no estado, aumenta a abrangência do programa, e permite que empresas sejam beneficiadas por mais tempo, entre outras ações. Esta será a segunda maior reformulação do principal programa indutor da indústria potiguar em quase três décadas. "O governo vai se vacinar para não perder novas empresas", disse.

Plantões da Delmonte diminuem 50%

O problema que afeta a multinacional Delmonte, líder mundial na produção e comercialização de frutas frescas, com produção no Rio Grande do Norte, não é a falta de água em tempos de seca, mas o excesso, em tempos de chuva. Inundações no ano de 2008 arrasaram a produção da empresa no RN e levaram a Delmonte a investir no Perímetro Irrigado de Jaguarari-Apodi, no Ceará. Apesar da transferência, o RN continua respondendo por 75,9% da produção no Brasil.

A empresa, afirma Newton Assunção, diretor jurídico, não pretende migrar para o outro Estado. "Mas também não pretende realizar novos investimentos no Rio Grande do Norte". Pelo menos não até o governo construir a barragem de Oiticica e reduzir os riscos de inundação na área.

De 2008 para cá, a Delmonte reduziu em 50% a área de plantio e o número de empregos diretos gerados no Vale do Açu, no RN. Hoje a empresa produz em mil hectares e gera dois mil empregos no RN. Números que poderiam ser triplicados, com a construção da barragem, afirma Newton. "Porque não crescemos? Porque os controladores do grupo entendem que não se pode aumentar a produção no estado diante de tantos riscos. Não temos intenção de abandonar o estado, mas também não temos intenção de investir neste momento. Os planos estão suspensos. Não podemos jogar dinheiro no ralo outra vez", afirmou Newton. Segundo ele, triplicar a produção renderia ao Rio Grande do Norte mais quatro mil empregos diretos e R$ 100 milhões em investimentos. Por ano, a Delmonte chega a produzir 79 mil toneladas de frutas.

Professor da UFRN defende ações integradas

Para William Pereira, professor doutor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a decisão das empresas em transferir parte da produção para estados vizinhos reflete a falta de uma política integrada de desenvolvimento regional. "O problema é regional. Os empresários buscam incentivos fiscais ou financeiros. Nem todos os estados tem condição de oferecê-los. Neste contexto, os menores acabam sofrendo mais".

A saída, segundo ele, seria a criação de uma política regional integrada. "Cada estado quer puxar a brasa para a sua sardinha. É preciso um esforço da União para acabar com este conflito entre os estados", afirma. William reconhece que processo é lento e afirma que o governo do estado deveria assumir uma posição mais ativa diante do quadro. Segundo ele, o governo deveria analisar caso a caso e encontrar uma forma de resolver os gargalos apontados por cada setor.

Amaro Sales, industrial e presidente da Federação das Indústrias (Fiern), pensa parecido. "Os empresários vão para os estados que oferecem mais vantagens. É isso o que está acontecendo. Os anúncios, segundo o industrial, causam preocupação. "Estamos preocupados com essa evasão".

Agricultura

José Vieira, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária no Rio Grande do Norte (Faern), se mostrou apreensivo com a decisão da Agrícola Famosa, e criticou a inércia do governo do estado, que ainda não licitou nem distribuiu três mil dos seis mil hectares do Perímetro Irrigado do Baixo Açu - alguns dos quais poderiam abrigar a produção da Agrícola, que teve que transferir 30% da produção para o Ceará, onde a oferta de água para a irrigação é maior.

O Perímetro foi criado para levar água para agricultores e empresas na região na década de 80, mas ainda não foi totalmente implantado. "Porque o governo não fez com que eles ficassem no Vale do Açu? Temos três mil hectares da segunda etapa abandonados. Falta pouca coisa para colocar para funcionar. Desde o início deste governo, a Faern vem pedindo que para se resolva a questão fundiária do perímetro", afirmou José Vieira. Para ele, a decisão da Agrícola é reflexo da falta de planejamento do estado. "Não há planejamento, por isso estamos ficando para trás. Enquanto os outros estados tentam resolver seus problemas, nós tentamos remediar os nossos". A Agrícola produz em Baraúna, e não no Vale do Açu.

domingo, 21 de outubro de 2012

Fuga no Complexo Penal de Pau dos Ferros


Dois detentos fugiram do complexo penitenciário de Pau dos Ferros durante a madrugada deste domingo. Os agentes conseguiram evitar a fuga de mais dois.

Os detentos conseguiram fugir, cavando um buraco, partindo de uma das celas até a área externo do presídio. "Rafael Inácio" e "Didi" foram embora. "Ivo Barbosa da Silva" e "De more", foram impedidos pelos agentes, que perceberam a movimentação estranha no local. Eles disseram que não se evadiram por que ficaram com medo da escuridão.

Segundo informações a péssima qualidade da iluminação nos arredores do presídio, dificulta o trabalho dos agentes que ficam de sentinela e facilitar as ações criminosas dos detentos..

 
Blog o Càmera

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Policial militar cai em túnel e evita fuga em massa em Alcaçuz

Militar se deslocava pela área externa do presídio para substituir um dos guariteiros de plantão.
Um dos policiais militares da guarda da Penitenciária Estadual de Alcaçuz frustrou mais uma tentativa de fuga em massa, na noite dessa quinta-feira (26), enquanto se deslocava pela área externa do presídio para substituir um dos guariteiros de plantão.

Inusitadamente, o militar caiu dentro de um túnel escavado a partir do pavilhão 4, e a descoberta acabou por impedir mais uma tentativa de fuga.

Ferido, o policial teve que ser retirado do buraco por militares do Corpo de Bombeiros e atendido por uma equipe do Samu, mas passa bem

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Polícia registra fuga em massa do Centro de Detenção da Ribeira

A polícia registrou mais uma fuga em massa de unidades prisionais do Rio Grande do Norte. Desta vez, cerca de 20 presos escaparam do Centro de Detenção Provisória da Ribeira (CDP/R).

De acordo com informações iniciais, a fuga se deu em duas etapas. Primeiro, por volta das 18h desta segunda-feira (20), um grupo fugiu da unidade prisional sem ser percebido. O segundo grupo de detentos escapou já por volta das 4h desta terça (21).

A segunda fuga só foi descoberta porque populares que assistiam ao desfile das escolas de samba na avenida Duque de Caxias viram os presos pulando o muro e comunicaram o fato aos agentes do CDP. Até o momento, quatro fugitivos já foram recapturados.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Leonardo Arruda rechaça lobby em Alcaçuz e critica fuga

Ex-titular da Sejuc comentou que construção do pavilhão do qual fugiram 41 presos não tem relação com lobby promovido pelo Depen.

Por Dinarte Assunção

FD/Nominuto
Leonardo Arruda, ex-secretário da Sejuc.
O pavilhão que se pretendia intransponível e do qual 41 presos fugiram em Alcaçuz foi adquirido pelo Governo do Estado através recomendação ao então secretário estadual de Justiça e Cidadania, Leonardo Arruda, em 2009.

Arruda foi procurado pelo Nominuto.com para comentar lobby que o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) promoveu em favor da Verdi Construções S/A, empresa que fornece os pavilhões pré-moldados. O Estado a contratou por R$ 10,9 milhões, com inexigibilidade de licitação.

Leonardo relatou à reportagem que tomou conhecimento do sistema penitenciário através do colega de pasta do Espírito Santo, durante reunião de secretários estaduais de Justiça e Cidadania, em Minas Gerais. No ES, a Verdi Construções ergueu 12 presídios.

De acordo com relatório produzido pelo Ministério da Justiça, ao qual o Depen é vinculado, justifica-se a contratação, com inexigibilidade de licitação, dos sistemas pré-moldados, conhecidos por Siscopen.

"Por sua característica única, o Siscopen tem sido adquirido pelas unidades federativas no Brasil através da inexigibilidade de licitação. Os contratos normalmente são firmados com preço global. O projeto executivo é desenvolvido pela Verdi Construções S/A", diz trecho de relatório com o carimbo do Ministério da Justiça e revelado pelo jornal O Globo.

De acordo com a publicação, Departamento Penitenciário Nacional (Depen) fez propaganda e orientou secretários estaduais de Administração Penitenciária a contratar a empresa Verdi Construções para construir presídios no país financiados com recursos federais.
"Mas erguemos o nosso com recursos próprios. E não, em momento algum o Depen nos procurou para orientar a contratação da Verdi", garantiu Leonardo Arruda.

Para o ex-secretário de Justiça e Cidadania, a fuga registrada hoje foi irresponsabilidade da administração, haja vista não haver recurso de pessoal suficiente para ter mantido os presos sob vigilância.

"Os procedimentos normais seriam os agentes fiscalizando as celas, através da passarela por cima da galeria. Não se adotou nenhuma rotina carcerária na operacionalização e manejo do presídio, nem mesmo as mínimas de segurança e fiscalização", criticou o ex-secretário titular da Sejuc.

Ele reafirmou seu argumento lembrando que nenhum presídio que funciona nesse sistema registrou alguma fuga até hoje.

O pavilhão

Construída a partir da utilização de monoblocos fabricados com concreto de alta resistência, a unidade prisional foi projetada para abrigar 402 detentos. Para garantir a segurança operacional, a circulação dos detentos é separada dos agentes prisionais, que abrem e fecham as portas das celas, bem como controlam e operam todas as instalações elétricas e hidráulicas por uma passarela superior.

O prédio possui 2.880,31 m² de área construída e as seguintes instalações: 52 Celas, dispostas em 4 eixos distintos (Galerias), sendo duas delas individuais de isolamento, administração, alojamento e vestiário dos agentes, espaço para triagem, depósito de lixo, estação de tratamento de esgotos, , salas multifuncionais, salas de aula, solários e parlatórios.

Divulgada a lista de foragidos da Penitenciária de Alcaçuz

Quarenta e um presos fugiram do presídio na madrugada de quinta para sexta.

Por Lara Paiva

A direção da Penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, divulgou a lista com os nomes dos presos que fugiram na noite dessa quinta-feira (19) do pavilhão Rogério Madruga, considerado de segurança máxima.

Horas atrás a direção havia confirmado a fuga de 41 presos, porém a lista trás o nome de 42. Três foram recapturados ainda na madrugada de hoje (20).

Continuam foragidos:

Ailson Texeira de Lima
Anderson Carlos Inácio do Nascimento
Ayrton Silva da Costa
Caio Fábio de Oliveira
Clebson Galdino Amador
Eclesiastes Alves Carvalho
Edcarlos Texeira de Oliveira
Elias Candido do Nascimento Júnior
Eribaldo Alves Garcia Júnior
Evaldo Xianca da Silva
Everton da Silva Barbosa
Francisco de Assis Ananias dos Santos
Francisco Evanaldo Gomes da Silva
Genilson da Silva de Carvalho
Gustavo Nicácio Alves
Isaías Leandro Lopes
Jeferson Camara de França
Jeferson Soares Sales Alves de Oliveira
João Maria Cândido de Melo
João Paulo Viana
Joab da Silva
José Carlos de Oliveira
José Guilherme de Lima
José Rodrigo da Silva
José Valmir Sales do Santos
Josue Algostinho da Silva
Leandro Faustino da Silva
Luíz Augusto Pereira da Silva
Marcos Antônio de Lima
Maibson Alisson Silva
Magno Henrique Martins da Silva
Paulo Cesar Balbino de Oliveira
Ramissés Aparecido da Silva
Raniere Davisson Menezes da Silva
Rodrigo Carvalho Pacheco
Tiago Manoel Tavares Fernandes
Valderi Floriano da Costa
Valter Costa Andrade

Mais de 40 presos escapam na maior fuga da história de Alcaçuz

A penitenciária estadual de Alcaçuz teve uma fuga em massa na noite desta quinta-feira (19). Mais de quarenta detentos fugiram da unidade prisional e houve troca de tiros durante a ação. Até o momento, apenas três criminosos foram recapturados. Membros do Governo do Estado já estão reunidos para tratar da questão.

De acordo com informações preliminares, a fuga teve início durante por volta das 20h e os detentos estavam no pavilhão Rogério Coutinho Madruga, inaugurado em 2010.
 
Segundo o coordenador do sistema penitenciário do estado, José Olímpio, não havia agentes penitenciários no pavilhão, tampouco nas guaritas e, aproveitando a situação, o grupo de presos que estava na quadra onde é realizado o banho de sol serraram a grade e, em seguida, utilizando uma escada da estação de tratamento de esgoto localizada dentro do presídio, pularam o muro da unidade entre duas guaritas desativadas.
Marco CarvalhoTrinta e nove homens permanecem foragidosTrinta e nove homens permanecem foragidos

"Não há a confirmação. Temos a informação inicial de que foram quarenta e poucos, mas podem ter sido ainda mais", confirmou Olímpio.

O titular da Secretaria de Justiça e Cidadania, Fábio Hollanda, que assumiu a pasta na segunda-feira (16), estuda com outros membros da Sejuc e da Polícia Militar uma forma para recapturar os detentos.

De acordo com informações extra-oficiais, foram 53 detentos envolvidos na ação, sendo que 12 ficaram escondidos dentro da própria unidade e não chegaram a deixar o presídio, enquanto três foram recapturados: Tiago Roberto da Silva, Caio Souza, Everton Patrick de Melo.

O pavilhão Rogério Coutinho Madruga foi inaugurado pela primeira vez em 2010, ainda na gestão do então secretário de Justiça e Cidadania Leonardo Arruda. Contudo, a unidade, que fica localizada na lateral do pavilhão 4 de Alcaçuz, foi interditada menos de um mês após a inauguração devido a falta de estrutura. A unidade voltou a receber detentos em outubro de 2011.