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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Gasolina fica mais cara no Rio Grande do Norte


Gasolina comum chega a R$ 3,57 em postos da capital.
Petrobras anunciou reajuste nas refinarias na última terça (29).



Do G1 RN
 


Gasolina chega a R$ 2,57 em postos de Natal (Foto: Eduardo Rodrigues/Inter TV Cabugi)Gasolina chega a R$ 3,57 em postos de Natal (Foto: Eduardo Rodrigues/Inter TV Cabugi)

O natalense que foi abastecer o carro nesta quinta-feira (1º) teve uma surpresa nada agradável: o preço do combustível subiu. Em alguns postos de Natal o preço da gasolina comum chega a R$ 3,57. Os valores também foram reajustados em postos da região metropolitana de Natal. Na terça-feira (29), a Petrobras anunciou rejuste nos preços de venda da gasolina e do diesel nas refinarias. O aumento anunciado para a gasolina foi de 6% e para o diesel, de 4%.

O litro da gasolina aditivada já chega a R$ 3,67 na capital potiguar. Com o aumento, o litro do diesel é vendido a R$ 3,20. "É um absurdo esse aumento. Desse jeito vamos ter que deixar o carro em casa e dar outro jeito de se locomover ou então vamos trabalhar só pra pagar o combustível", disse o funcionário público João Eduardo Alves, de 45 anos.

A empresária Ana Julia Pereira, de 38 anos, disse que o aumento nos combustíveis pode prejudicar os negócios. "Na minha empresa nós trabalhamos com entregas em todo o estado. Se a gasolina sobe nossos custos também sobem e se repassarmos o aumento podemos perder clientes. É muito complicado", desabafou.

Na quinta-feira (30), o Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos-RN) emitiu nota onde afirmava que "preço do combustível no nosso Estado é livre e definido por cada um dos revendedores. E diante de todas essas medidas que aumentam o preço do produto na distribuidora e ainda reajustam os tributos, a consequência direta será um impacto muito negativo no segmento da revenda".

sábado, 5 de janeiro de 2013

Abismo na bomba



Preços variados

Uma diferença de quase 1,50 real separa o litro da gasolina mais cara da mais barata do Brasil. É o que revela um levantamento inédito da média dos preços cobrados em postos de todo o país em 2012, feito pela Agência Nacional do Petróleo.

O combustível mais salgado é encontrado em Cruzeiro do Sul e Tarauaca, no Acre. Cada litro custa 3 reais. Já a cidade mais barata para abastecer é Ourinhos (SP), onde se pode encher o tanque por 1,62 reais por litro.
Por Lauro Jardim

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Preço da gasolina não deve aumentar para o consumidor, diz Sefaz/AM

Sefaz afirma que aumento do imposto é retido nas distribuidoras.

Para Sindicato, a alteração só poderá ser vista na terça-feira (16).




Girlene Medeiros Do G1 AM


Posto de Combustíveis Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Sefaz afirma que aumento no valor não será sentido pelo consumidor (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)
O aumento do preço da gasolina, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (10), não deve influir diretamente no valor praticado por litro do combustível. A informação é da Secretaria de Fazenda do Estado do Amazonas (Sefaz/AM). Mas, de acordo com o Sindicato dos Revendedores dos Combustíveis do Amazonas (Sindicam), a variação pode prejudicar os donos de postos de combustíveis e a mudança, que afeta o consumidor final, só deve ser conhecida na próxima segunda-feira (16), quando estava prevista a validação da alteração pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) do Ministério da Fazenda.

A variação corresponde ao Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) que altera a tabela de preços de combustíveis, como a gasolina e álcool etílico hidratado. Segundo o titular da Sefaz-AM, Isper Abrahim, os estados brasileiros passam por pesquisas mensais sobre a venda do combustível, e o Confaz interfere no valor do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) através da média do preço praticado pelos postos no mês anterior.

No Amazonas, com o aumento do preço do litro da gasolina, de R$ 2,89 para R$ 2,93, o imposto é cobrado diretamente às distribuidoras de combustível. “O dono de posto de gasolina não sairá prejudicado. Neste próximo mês, o imposto vai representar 25% sobre R$ 2.93, o que dá R$ 0,73 para cada litro pago. Não há aumento de preço nenhum. O combustível tem um imposto retido na fonte que é a Petrobras, quando procede a venda da gasolina à distribuidora. A modificação de valor está na Sefaz que informa sobre o preço da gasolina para a distribuidora que tem que reter o imposto”, explicou o secretário da Sefaz.

Mas, de acordo com o presidente da Sindicam, Luiz Felipe Moura Pinto, os donos de postos de gasolina podem ser afetados com a variação e alterar o valor do litro do combustível atingindo o consumidor final. “Nós não tratamos de preço até porque não sabemos se as distribuidoras vão absorver o aumento do valor. O que sabemos é que não se entende o motivo do porquê passar de 2,88 para 2,93”, questionou o sindicalista.
O presidente da Sindicam afirmou ainda que o consumidor final só saberá o que vai acontecer a partir de terça-feira (16). “O posto de gasolina é a ponta do iceberg. Quando a distribuidora compra, o produto já é tributado até o consumidor final. Somente no dia 16 vamos saber se esse valor final será alterado”, disse.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dilma, o mercado e o o preço da gasolina


Dilma: tão cedo não autorizará o reajuste do preço da gasolina, apresar dos prejuízos da Petrobras com o preço controlado

Se depender de Dilma Rousseff, o preço dos combustíveis não aumentará tão cedo, ao contrário do que quer a Petrobras.

Dilma avalia que, se o barril permanecer muito tempo em 121 dólares, o reajuste será inevitável (“Com o mercado não se briga”, disse recentemente a alguns interlocutores).

Esse valor, porém, seria “irreal, resultado não do mercado, mas de um problema geopolítico, afinal, o consumo na Europa, EUA e China está em queda”.

Os acionistas minoritários da Petrobras terão que se acostumar com a interferência assumida do governo nesta e em outras questões da estatal.

Para Dilma, todos têm que estar cientes de que a estatal “explora um bem que é do Brasil e, por isso, a empresa terá que se submeter ao que for melhor para o país”. Mesmo que para isso o governo tenha que brigar com o mercado.