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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Ministério da Fazenda confirma antecipação do 13º dos aposentados


Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) receberão em setembro a primeira parcela da antecipação do 13º salário. De acordo com o Ministério da Fazenda, antecipação será dividida em duas vezes, sendo 25% no mês que vem e o mesmo percentual em outubro. Os 50% restantes serão pagos normalmente em dezembro.

Desde 2006, segundo o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi), a antecipação era paga em agosto. Na sexta (21), o Ministério da Fazenda havia informado que a proposta de parcelamento da primeira parcela do 13 salário dos aposentados ainda dependia do aval da presidente da República, Dilma Rousseff.

No início da semana, a Receita Federal informou que arrecadação federal teve o pior resultado para o período de janeiro a julho em cinco anos. O país arrecadou R$ 712 bilhões nos primeiros sete meses deste ano, montante que representa queda de 2,91% em relação ao mesmo período de 2014. O resultado para julho também foi o pior para o mês desde 2010. No mês passado, o país recolheu R$ 104,8 bilhões em receitas, o que representa redução de 3,13% em relação a julho de 2014.

A queda no montante arrecadado, tanto no acumulado do ano quanto no mês, traz descontada a inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A queda na produção industrial foi o principal motivo do recuo da arrecadação nos sete primeiros meses do ano.

Antes mesmo da confirmação da mudança no pagamento da primeira parcela do 13º salário, o Sindnapi criticou a medida e entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal. “Somos contra [o parcelamento], porque, na verdade, a antecipação já é a metade [do valor do 13º]. O benefício do aposentado e pensionista não é crediário. O aposentado conta com esse dinheiro”, disse o presidente do Sindnapi, Carlos Ortiz.

*Agência Brasil

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Ministério da Fazenda vai propor dividir em duas parcelas antecipação do 13° de aposentados

O Ministério da Fazenda vai propor o pagamento em duas parcelas da antecipação do 13º dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A intenção da equipe econômica é liberar o pagamento de 25% do valor total do 13º em setembro e 25% em outubro.

Os 50% restantes seriam pagos normalmente em dezembro. A proposta de parcelamento ainda depende de aval da presidenta Dilma Rousseff. Segundo o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi), desde 2006 a antecipação é paga em agosto.

De acordo com Carlos Ortiz, presidente do Sindnapi, este ano os aposentados foram informados previamente, em uma reunião no Ministério da Previdência Social, que o pagamento não estava garantido. Por isso, na terça-feira (18) o sindicato entrou com ação no Supremo Tribunal Federal.

Segundo Ortiz, o sindicato é contra o parcelamento proposto pela equipe econômica. “Somos contra, porque, na verdade, a antecipação já é a metade [do valor do 13º]. O benefício do aposentado e pensionista não é crediário. O aposentado conta com esse dinheiro”, afirmou.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Fazenda consegue aval do STJ para cobrar dívida de Luiz Estevão

Dívida tributária do Grupo OK, do ex-senador, chega a R$ 700 milhões

Martha Beck, O Globo

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) conseguiu uma vitória no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e excluiu o Grupo OK Construções e Incorporações do parcelamento especial de dívidas tributárias (PAES). O grupo pertence ao ex-senador Luiz Estevão.

Segundo nota divulgada pelo Ministério da Fazenda nesta quinta-feira, o presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, deferiu uma liminar pedida pela PGFN e suspendeu uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ªRegião (TRF-1) que determinava a reinclusão do Grupo OK no PAES.

No PAES, a empresa, cuja dívida com a União soma R$ 300 milhões, vinha pagando apenas R$ 200,00 por mês para amortizar o débito. No entendimento do ministro do STJ, isso acabaria eternizando a dívida, pois o Grupo OK só desembolsou R$ 14.290,15 nos últimos seis anos.

“A decisão permite que todas as execuções existentes em face da empresa, que se encontravam suspensas em razão da decisão do TRF, retomem o seu normal andamento, possibilitando a recuperação do vultuoso crédito tributário do Grupo OK, que chega a R$ 700 milhões, se consideradas todas as empresas do grupo”, afirma a nota da Fazenda.