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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Brasil sobe do 22º para o 9º lugar no ranking da Fifa; Fúria segue soberana


Conquista da Copa das Confederações fez a Seleção decolar e voltar ao Top 10 após mais de um ano de ausência

Por GLOBOESPORTE.COM                                                            
 
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Brasil campeão Copa das Confederações  (Foto: Alexandre Durão / Globoesporte.com)
O título da Copa das Confederações fez Brasil decolar
no ranking (Foto: Alexandre Durão / Globoesporte.com)

Como era esperado, o Brasil deu um salto no ranking da Fifa, divulgado na manhã desta quinta-feira pela entidade máxima do futebol. Com a conquista da Copa das Confederações, a seleção brasileira subiu do 22º (pior performance da história) para o nono lugar (1.095 pontos), retornando ao Top 10 após mais de um ano de ausência (a última vez foi a quinta posição, em junho de 2012). Mesmo derrotada na final da competição que reuniu os campeões dos continentes, a Espanha manteve a liderança, agora com 1.532 pontos.

A Alemanha (1.273) permanece na segunda colocação, agora perseguida pela Colômbia (1.206), que ultrapassou a Argentina (1.204) e assumiu o terceiro posto. Em quinto segue a Holanda (1.180) e em sexto aparece agora a Itália (1.142). Terceira colocada na Copa das Confederações, a Azzurra ganhou duas  posições em relação a última lista. Portugal (7º, com 1.099), Croácia (8º, com 1.098)) e Bélgica (10º, com 1.079) completam a relação dos dez primeiros selecionados.

Outro semifinalista na competição internacional disputada no Brasil, o Uruguai (1.016) subiu sete posições, ocupando agora a 12ª, uma atrás da Grécia (1.038). Já a Inglaterra (994) perdeu seis colocações e caiu para o 15º lugar.

O ranking começou a ser feito pela Fifa em agosto de 1993, quando o Brasil ficou em oitavo. Porém, logo no mês seguinte a equipe de Carlos Alberto Parreira assumiu a liderança. Até junho de 1994, a Seleção oscilou entre o primeiro e o quarto lugar, mas após a conquista do tetra manteve a ponta de julho de 1994 a janeiro de 2001. Depois do penta, o Brasil retomou a hegemonia entre julho de 2002 e janeiro de 2007. Desde então, o time canarinho voltou poucas vezes à liderança do ranking da Fifa: apenas de julho a outubro de 2009 e entre abril e maio de 2010.

A Espanha está na ponta da lista mensal desde agosto de 2011 (antes, havia liderado de julho de 2010 a julho de 2011). A Alemanha ocupa o segundo lugar desde julho de 2012. O Brasil caiu muito no ranking por não disputar as eliminatórias para a Copa do Mundo, já que será o país-sede em 2014.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Seleção joga mal, empata com o Chile e é vaiada no Mineirão

Dominado pelo Chile durante quase toda a partida, o Brasil começou perdendo, chegou a virar, mas acabou cedendo empate, que acabou sendo injusto para os chilenos.


Edmo Sinedino, Com o site da CBF,

Foto: Getty Images
brasil_09

O Chile, mais entrosado, não se intimidou com a torcida brasileira que lotou o Mineirão - cerca de 55 mil pessoas -, e foi melhor durante todo o tempo que a Seleção Brasileira nesta quarta-feira, na festa de inaguração do Mineirão. O amistoso terminou em 2 a 2.
A seleção visitante saiu na frente, o Brasil virou, mas sofreu o empate. Os jogadores do Brasil e comissão técnica saíram de campo muito vaiados pelos mais de 50 mil torcedores.

A atuação pouco convincente decepcionou o torcedor que chegou a gritar "olé" com a troca de bola do adversário, aliás, coisa que aconteceu durante quase toda a partida.

Essa foi a última chance que os jogadores convocados tiveram para garantir suas vagas. E se for mesmo convocar pelo rendimento de hoje, puquíssima gente passaria na peneira.,
Os visitantes, que dominaram a maior parte da partida, e desde o início, abriram o placar aos 8 minutos iniciais da partida com González.
Aos 10 minutos, em uma falta frontal, Ronaldinho cobrou direto mas o goleiro chileno fez boa defesa.

Em uma falha da defesa, o chileno chegou cara a cara com cavalieri que saiu muito bem e fez bela defesa.

Jadson teve uma bela chance. Em jogada pela direita, bateu muito bem na bola que se chocou com o travessão.

O gol do Brasil não demorou a sair. Neymar cobrou o escanteio perfeito na cabeça de Réver. O zagueiro da Seleção subiu mais alto que o adversário e marcou um belo gol. Ainda no primeiro tempo, Neymar colocou a bola no travessão. Jean fez linda jogada pela direita e tocou certeiro para o camisa 11 da seleção.

Para o segundo tempo, Felipão mexeu. Henrique entrou no lugar de Dedé e Pato substituiu Leandro Damião.

A virada da Seleção veio no início da segunda etapa. Ronaldinho recebeu e tocou de primeira para Jadson. O camisa 7 viu Pato livre pela direita. Um centroavante qualquer bateria direto para o gol, ainda mais vendo que o goleiro estava adiantado. Mas Pato parou e esperou Neymar entrar livre na área chilena. O artilheiro do Brasil só empurrou a bola para dentro. 2 a 1 Brasil.

Minutos depois, Vargas deixou tudo igual no placar com um belo gol, indefensável para Diego Cavalieri.

Osvaldo e Fernando também entraram no jogo nos lugares de Jadson e de Ralf, respectivamente.

Brasil: Diego Cavalieri, Jean (Marcos Rocha), Réver, Dedé (Henrique), André Santos; Ralf (Fernando), Jadson (Osvaldo), Ronaldinho e Paulinho; Neymar e Leandro Damião (Pato).

Chile: Johnny Herrera, Alvarez, Rojas, González, Eugenio Mena, Cortés (Muñoz), Braulio Leal, Reyes, Vargas e Patricio Rubio

segunda-feira, 25 de março de 2013

Na fria Londres, Seleção encara Rússia no último teste para 'europeus'

Partida será fundamental para atletas que atuam fora do Brasil, já que a próxima convocação cheia será definitiva para Copa das Confederações


Por Leandro Canônico e Márcio Iannacca Direto de Londres, Inglaterra

Felipão seleção treino Genebra (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
Com derrota e empate, Felipão busca primeira
vitória após volta (Foto: Wander Roberto/Vipcomm)
Não há mais tempo para uma nova chance. Pelo menos para aqueles que atuam no futebol europeu, o amistoso da seleção brasileira contra a Rússia, nesta segunda-feira, às 16h30 (de Brasília), no Stamford Bridge, em Londres, é decisivo. Depois disso, Luiz Felipe Scolari não terá mais como avaliar os jogadores “estrangeiros” para formar a lista definitiva da Copa das Confederações. Apenas nos clubes. O duelo terá transmissão ao vivo da TV Globo, do SporTV e, a partir de 15h30m (de Brasília), do GLOBOESPORTE.COM - o site também acompanha em Tempo Real.
Até anunciar a lista para a competição, em maio, Felipão comandará a Seleção em mais dois amistosos. Um contra a Bolívia, dia 6 de abril, em Santa Cruz de la Sierra, e outro diante do Chile, no dia 24 do mesmo mês, no Mineirão, em Belo Horizonte. Nesses casos, o técnico pentacampeão vai chamar apenas jogadores que atuam no futebol brasileiro. E mesmo assim, a CBF está em contato direto com os clubes para conversar sobre suas necessidades sem atrapalhar os planejamentos dos times.

- Não posso falar muito sobre a minha equipe porque eu tenho apenas dois jogos até agora (derrota para Inglaterra e empate com a Itália). Mas estou muito satisfeito com o meu grupo. Mas falar mesmo só daqui a pouco menos de quatro meses, com a Copa das Confederações em andamento. Neste primeiro momento estou tentando organizar um sistema. Se eu encontrar o sistema que estou imaginando e deu certo no primeiro tempo contra a Itália, vou começar a me preocupar com os nomes – declarou Felipão.

Acostumado a jogar em Londres desde a era Dunga, passando pela era Mano Menezes e se confirmando com Felipão, a seleção brasileira está praticamente em “casa” para esse último teste europeu. De 2006 para cá, o Brasil fez 11 partidas na cidade inglesa, com oito vitórias (cinco com Dunga e três com Mano), um empate (com Dunga) e uma derrota (com Felipão). O bom retrospecto, porém, terá um adversário além da seleção russa: o frio. A previsão é que na hora do jogo a temperatura esteja novamente perto de zero grau, assim como no treino.

- É muito ruim esse frio. Muito. Dói os pés. Os dedões ficam duros. Tenho pena deles, mas vou exigir que eles joguem – brincou o treinador brasileiro.

kaká brasil coletiva (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)Kaká deve ganhar chance como titular após começar no banco contra Itália (Foto: Wander Roberto/Vipcomm)
Prova de Kaká é mais difícil

Dos oito titulares que atuam no futebol europeu, talvez quem esteja em situação mais delicada seja Kaká. Todos os outros já foram razoavelmente bem avaliados por Luiz Felipe Scolari, mas o meia do Real Madrid ainda precisa mostrar algo parecido com o que vinha fazendo na era Mano Menezes para levar uma vaga.

thiago silva brasil coletiva (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
Totalmente recuperado, Thiago Silva fará estreia
com Felipão (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
Titular nas últimas três partidas de Mano Menezes com a seleção completa, Kaká ficou fora da primeira lista de Felipão. E jogou apenas alguns minutos contra a Itália. Diante dos altos e baixos que vive no clube espanhol, ainda é muito pouco para que o treinador analise. Por isso, ele começa jogando nesta segunda-feira.

Em busca de sua quarta Copa do Mundo (esteve em 2002, 2006 e 2010, as duas últimas como titular), Kaká está visivelmente incomodado com seu momento. Se no final do ano passado, quando foi chamado por Mano Menezes, o meia estava acessível, alegre. Dessa vez, ele está mais distante, mais sério.

A presença de Kaká no time titular desta segunda-feira não é a única novidade em relação ao time que empatou por 2 a 2 com a Itália, na quinta-feira, em Genebra, na Suíça. Outras duas alterações serão feitas por Felipão. Thiago Silva e Marcelo entram nos lugares de Dante e Filipe Luís, respectivamente.

Desafeto de Hulk está fora

Fabio Capello Rússia Stamford Bridge (Foto: Reprodução / Site Oficial do Chelsea)
Ex-técnico da Inglaterra, Capello está no comando
da Rússia (Foto: Reprodução / Site do Chelsea)

Líder do Grupo F das eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2014, a Rússia jogaria com a Irlanda do Norte na última sexta-feira, pela competição. Mas o duelo foi adiado para sábado por causa da nevasca em Belfast e novamente adiado pelo mesmo problema para data ainda a definir.

Com 100% de aproveitamento na briga por uma vaga no Mundial do Brasil, a Rússia ainda não sofreu gols nas eliminatórias. Desafio forte para a seleção brasileira. O técnico italiano Fábio Capello, porém, perdeu uma peça importante do time: o volante Denisov, do Zenit. Ele está fora por conta de problema muscular.

Denisov foi um dos atletas do Zenit que se rebelaram contra Hulk no início da temporada europeia. Ele se irritou com o alto salário do atacante e afirmou publicamente que o atacante brasileiro não era o argentino Messi para ganhar o triplo do que a maioria dos atletas do clube.

- É uma Rússia nova. Vem com alguns jogadores de meio com muito boa qualidade. E está liderando as eliminatórias. Sinal de que o trabalho está sendo muito bem efetuado. Vai ser jogo bom, que nós gostamos de jogar. É partida que pode nos mostrar uma série de coisas que precisamos melhorar – finalizou Felipão.

BRASIL X RÚSSIA
 
Julio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Fernando, Hernanes, Oscar e Kaká; Neymar e Fred. Akinfeev; Anyukov, Vasili Berezutski, Ignashevich e Kombarov; Shirokov, Fayzulin, Dzagoev e Bystrov; Kokorin e Kerzhakov.
Técnico: Luiz Felipe Scolari. Técnico: Fábio Capello.
Data: 25/03/2013. Horário: 16h30 (de Brasília). Local: estádio de Stamford Bridge, em Londres (Inglaterra)
Transmissão: ao vivo na TV Globo, no SporTV e no GLOBOESPORTE.COM.
O site também acompanha os lances em Tempo Real.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Seleção brasileira na telona


Esquentando para a Copa
 
Se a seleção brasileira ainda luta para se encontrar em campo e apresentar um bom futebol, pelo menos no cinema as coisas parecem estar melhores.
 
O Ministério da Cultura acaba de autorizar a produtora Filmes do Equador, de Luiz Carlos Barreto, o Barretão, a captar 3 milhões de reais para a produção de um longa metragem intitulado Seleção Brasileira de Futebol 100 Anos de Glórias.

Esse, aliás, não é o primeiro incentivo que a produtora consegue no ano. Com filmes como O Que é Isso Companheiro e O Quatrilho em seu currículo, a Equador conseguiu, em fevereiro, outros 4,4 milhões de reais para produzir É Dando a Fé que Ela se Fortalece, filme sobre a Jornada Mundial da Juventude (Leia mais em Jornada em filme).

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Andrés fica na CBF, diz que foi voto vencido e fala em '6 ou 7 nomes'

Diretor de Seleções explica que Marin quer 'novos métodos' na equipe e confirma ter sido o responsável por dar a notícia ao treinador


Por Leandro Canônico São Paulo

Logo após a demissão do técnico Mano Menezes pela CBF, o diretor de Seleções, Andrés Sanches, afirmou que continuará no cargo, apesar de ter sido contra a decisão tomada pelo presidente da entidade, José Maria Marin.
A troca no comando da equipe foi decidida em reunião na sede da Federação Paulista de Futebol, em São Paulo, entre Andrés, Marin e Marco Polo del Nero, vice da CBF e mandatário da FPF.

- Fui voto vencido. Os critérios são do presidente, ele entende que no início da temporada quer outros métodos. Está na posição de presidente, sendo corajoso e ousado. Temos que respeitar - disse o ex-presidente do Corinthians.


A CBF informou que a nova comissão técnica será anunciada em janeiro. Questionado sobre quem são os candidatos ao cargo, Andrés não citou nomes:

- Vão aparecer seis ou sete nomes a partir de hoje e um desses será o treinador - afirmou o dirigente, referindo-se à especulação da imprensa.

Tite (Corinthians), Muricy Ramalho (Santos) e Luiz Feipe Scolari (ex-Palmeiras) são os favoritos para substituir Mano. Andrés confirmou que foi o responsável por dar a notícia da demissão ao agora ex-treinador da Seleção.

- Eu comuniquei pessoalmente a saída dele. Ninguém gosta de ouvir uma notícia dessa em qualquer situação. Essas coisas acontecem e ele está preparado.

De acordo com Andrés, os outros membros da comissão técnica que saíram com Mano poderão voltar em 2013:

- Está todo mundo demitido, mas ninguém está vetado. Se amanhã o novo treinador entender que esse ou aquele deve voltar, vamos fazer o que precisa ser feito.

O diretor afirmou ainda que não houve problema entre Mano e Marin na Argentina, antes da disputa do Superclássico na última quarta, e que a decisão do presidente da CBF só poderá ser analisada após os resultados obtidos pela Seleção sob o novo comando:

- Não houve discussão na Argentina. Quem disse isso é um grande mentiroso. O presidente apenas achou, no direito dele, que tinha de mudar o planejamento. Se mudar muito o grupo e der certo, realmente o treinador estava errado. Se mudar pouco e der certo, o treinador estava no caminho certo. Se continuar o mesmo e der certo, mudou o treinador e estava errado.

Andrés Sanches e Mano Menezes, Seleção Brasileira (Foto: Fabrício Marques / Globoesporte.com)Andrés e Mano chegaram à CBF após trabalho no Corinthians (Foto: Fabrício Marques / Globoesporte.com)