segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Panorama Esportivo



Mais uma vez o município de Dr. Severiano se torna o foco do esporte no RN, ao organizar a partir do dia 27 de agosto o campeonato municipal de futsal. O evento realizado através da Liga Desportiva Severianense LIDESSE vai contar com atletas do município. Domingo é o dia de inscrição para o campeonato de futsal na sede da liga, na Rua Princesa Isabel.


Por: J.Rui

O voo solitário da “borboleta” na difícil arte de governar

Prefeita de Natal enfrenta o fracasso depois de experimentar vitória contra tudo e todos em 2008


Na cidade do sol, Micarla tenta uma sombra para seguir em frente
Desde 1995, no fim do ciclo dos prefeitos “biônicos” de Natal, ou seja, escolhidos indiretamente pelo regime militar, no período de exceção no Brasil, que ninguém conseguia o feito atingido até aqui pela jornalista Micarla de Sousa (PV). Ela é quase uma unanimidade negativa.

Campeã de rejeição pessoal em pesquisas que sondam disputa sucessória de 2012, Micarla também tem seu governo reprovado maciçamente pela população.

Como explicar tamanha catástrofe?

Em seus discursos em forma de ladainha, desde o princípio da gestão em janeiro de 2009, só aparece um espectro em sua frente: o ex-prefeito, de quem chegou a ser vice, Carlos Eduardo Alves (PDT).

A “síndrome do retrovisor” e o “complexo da transferência de culpa” fazem parte do cardápio de justificativas que gestores costumam apresentar, à opinião pública, conforme a cultura política deste país. É sempre mais fácil do que fazer um “mea culpa”.

Com Micarla não é diferente. Entretanto a estratégia virou psicose, rapidamente rejeitada pela opinião pública de uma cidade conhecida por sua indolência diante de amarras. “Natal não é de ninguém”, rotulou-a tão bem o então candidato a governador em 1960, deputado federal Djalma Marinho.

A mesma cidade que Micarla conquistou numa campanha emblemática em 2008, lutando contra forças do município, Estado e até o presidente Lula em palanque adversário, com sinais de embriaguez, já a vomitou. Não a suporta mais e reage à sua permanência na prefeitura, das mais diversas formas.

Da Internet às ruas, de manifestações democráticas e ordeiras a atitudes de submundo, a revolta popular deixou de ser pontual e político-partidária, para rapidamente ser uma manifestação orgânica e cívica.

A gestão de Micarla talvez comece a ser entendida por sua retaguarda e “entourage”. Em momento algum, nesse tempo de governo, ela revelou capacidade de liderança e preparo à gestão. Além disso, chegou à municipalidade sem quadros técnicos e políticos de sua confiança, à tarefa que nunca tinha empalmado.

De saída, ficou refém do DEM do senador José Agripino e outras forças que a apoiaram, repetindo o costumeiro loteamento do poder. Sem respostas às principais demandas sociais, com o passar do tempo foi submergindo mais ainda em suas próprias limitações, como um elefante em areia movediça. Qualquer movimento, é fatal. Continua atolada.

“Queima”

Como no futebol, a administração pública cobra bom “técnico” e equipe afinada, sincronizada, preparada, para vencer. Micarla promoveu ao longo de pouco mais de dois anos, o maior “queima” de auxiliares da história pública natalense. Mudou secretários no atacado e varejo; nomeou, exonerou e remanejou peças freneticamente. São cerca de 50 nomes na dança de cadeiras.

Hoje, ela está praticamente só.

Resta-lhe o que sobrou de suas forças, agora baseadas tão somente no que a caneta pode proporcionar a vassalos e chacais, além de uns poucos seguidores com fidelidade de eunucos. Mas está nua, como na fábula “As roupas novas do rei”, do dinamarquês Hans Christian Andersen.

Falta-lhe alguém para chamá-la à realidade, pois vive um mundo de fantasia, batendo asas como uma “borboleta” entre margaridas. Poliniza o caos. Um lepidóptero do apocalipse na “cidade do sol.”

A jornalista bem-articulada, que inspirava confiança e tinha pleno domínio da palavra e da câmera, em sua TV Ponta Negra, está acuada. A abundante campanha institucional para alavancar seu governo e maquiar sua imagem parece infrutífera, porque ela já perdeu literalmente o capital de apreço, obtido em 2008. Agora procura reduzir perdas.

A recuperação parece uma utopia.

Filha do ex-senador Carlos Alberto de Sousa, Micarla é herdeira política de quem colecionou vitórias de forma meteórica, mas sem nunca ter ocupado cargo executivo. Seu pai – radialista campeão de audiência – saiu da condição de vereador em Natal, para senador da República, em pouco mais de dez anos.

Ao tentar dar o pulo do gato em 1985, com a candidatura de sua mulher Mirian de Sousa, a prefeito, contra Alves e Maia, respectivamente Wilma Maia (PDS) e Garibaldi Filho (PMDB), sofreu derrota humilhante. Garibaldi venceu e ele quase sumiu.

- Capivara fora do bando é comida de onça – definiu, certa vez, para explicar a dificuldade de sobreviver na política potiguar sem ficar à sombra de Alves ou Maia.


Carlos: carreira meteórica

Experiência ainda mais traumática teve a própria Micarla. Em 2010, seu marido Miguel Weber (PV) e a irmã Rosy de Sousa (PV) foram lançados a deputado estadual e deputado federal com seu apoio. Nenhum se elegeu.

Seu desempenho como “cabo-eleitoral” e liderança ficou aquém até mesmo do ex-prefeito Aldo Tinoco (1993-1996), até então uma referência negativa em termos de gestão da capital. Aldo pelo menos elegeu um irmão deputado estadual, enquanto era prefeito. E só.

Quanto à própria sucessão, Micarla é uma incógnita. Foi abandonada pelo DEM e o PR do deputado federal João Maia. A governadora Rosalba Ciarlini (DEM), também em baixa cotação perante a opinião pública, lhe oferta um apoio administrativo. Só.
A borboleta está nua e só.

Blog do Carlos Santos

Exonerado coordenador de segurança de trânsito do Dnit

Ministro tira do cargo coordenador de Segurança e Engenharia de Trânsito.
Crise nos Transportes provoca mudanças nas diretorias do órgão.

Do G1, em São Paulo
Foi publicada nesta segunda-feira (1º) a exoneração de Marcelino Augusto Santos Rosa, coordenador de Segurança e Engenharia de Trânsito da Diretoria de Infraestrutura Rodoviária do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit). A saída do coordenador é assinada pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.

Desde o começo de julho, quando teve início a crise no Ministério dos Transportes, 22 servidores que ocupavam cargos estratégicos foram demitidos ou afastados no ministério. Antes da exoneração publicada nesta seegunda, a saída mais recente havia sido a do coordenador de Operações Rodoviárias do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Marcelino Augusto Rosa.
Ele pediu exoneração do cargo na noite de quinta-feira (28), segundo a assessoria do órgão. Nesta sexta-feira, o jornal "O Globo" publicou que a esposa do ex-diretor, Sonia Duarte, é representante de oito empresas que possuem contratos de sinalização rodoviária, área do ex-coordenador.

Reestruturação
A presidente Dilma Rousseff assinou nesta sexta-feira (29) um decreto que altera a estrutura organizacional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Segundo nota divulgada pelo Ministério dos Transportes, a alteração permite que servidores de carreira do ministério possam assumir cargos na diretoria do Dnit de forma temporária, a fim de se evitar a paralisação dos serviços.

Segundo nota divulgada pelo Ministério dos Transportes , o decreto assinado pela presidente foi uma forma de evitar que os trabalhos do órgão fossem prejudicados com as exonerações. Nesta sexta, o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, afirmou, durante a divulgação do primeiro balanço do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2, que a determinação da presidente Dilma Rousseff de reavaliar todos os contratos executados pela pasta vai afetar o andamento de obras.

Denúncias
As mudanças nos quadros da pasta começaram após reportagem da revista "Veja", publicada no início de julho, relatar que representantes do PR, partido ao qual pertencem o ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento de obras e recebimento de propina por meio de empreiteiras.
No dia 6 de julho, Nascimento pediu demissão, pressionado por suspeitas de que seu filho tenha enriquecido ilicitamente, favorecido pela presença do pai no ministério. Na ocasião, em nota, o Ministério dos Transportes informou que Nascimento iria "colaborar espontaneamente para o esclarecimento cabal das suspeitas levantadas em torno da atuação do Ministério dos Transportes", que pediu à Procuradoria-Geral da República abertura de investigação e que autorizou a quebra dos seus sigilos bancário e fiscal.
Ao assumir o posto, no dia 12 de julho, o novo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, afirmou que faria “ajustes” que envolveriam troca de pessoas e modificações em processos da pasta.
Assessoria do mandato Representantes do Sinasefe com Fátima Bezerra no sexto Encontro Regional
Representantes do Sinasefe com Fátima Bezerra no sexto Encontro Regional
A presidenta da Comissão de Educação e Cultura, Fátima Bezerra (PT), participou hoje (30) do 6o. Encontro Regional do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), que está sendo realizado no Hotel Maine.

Ela expôs, ao lado do professor da UFRN Cabral Neto, as principais diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE) e contou como está o trâmite na Câmara no Projeto. O tema do encontro é “Trabalhadores (as) da educação profissional: descortinando cenários, construindo o amanhã”; ele vai até domingo.

À explanação seguiu-se um caloroso debate com os representantes do Sinasefe, que se mostraram preocupados com alguns pontos da proposta inicial do PNE, como o financiamento da Educação e a fiscalização no cumprimento das metas.

Fátima Bezerra foi contundente na defesa da ampliação do investimento do Governo Federal para 10% do PIB em Educação (a proposta inicial é de 7% e hoje gira em torno de 5%) e na valorização dos profissionais de Educação. Ela propõe no Congresso Nacional que os salários daqueles com nível superior sejam equiparados aos salários dos demais profissionais com esse grau de escolaridade, hoje em torno de R$ 2.500.

Congresso discute na volta do recesso pautas polêmicas da era Lula

Código Florestal, sigilo de documentos e royalties na pauta do Senado.
Segunda-feira (1º) os parlamentares retornam do recesso.

Robson Bonin Do G1, em Brasília
Plenário do Senado Federal na sessão desta quarta-feira  (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)Plenário do Senado Federal durante sessão
(Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
O Congresso volta do recesso parlamentar nesta segunda-feira (1º) com questões polêmicas do período do ex-presidente Lula na pauta de votações . Até o final do ano, além de aprovar o Orçamento da União para 2012, deputados e senadores terão de enfrentar o desafio de votar na Câmara e no Senado projetos polêmicos como a redistribuição de royalties do petróleo, o novo Código Florestal, o financiamento da saúde e o sigilo eterno de documentos oficiais do governo.
Motivo de um amplo debate, que colocou de lados opostos ex-presidentes da República, o projeto que trata do fim do sigilo eterno para documentos oficiais do governo está na Comissão de Relações Exteriores do Senado, sob o comando do senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL).
Pelo texto modificado na Câmara, o sigilo de documentos valeria por até 50 anos, sendo retirado depois. No final do primeiro semestre, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), pediu dois meses para debater a matéria na Casa.
 Plenário da Câmara durante discussão e votação de medidas provisórias (Foto: Brizza Cavalcante / Agência Câmara) Plenário da Câmara durante
discussão e votação de medidas
provisórias (Foto: Brizza Cavalcante /
Agência Câmara)
“O governo está avaliando [a questão do sigilo]. Ainda não há uma posição. A posição do governo vai depender do debate no Senado. Pedi dois meses para discutir a questão, mas o pedido de urgência ainda está mantido”, disse Jucá.
A crise que provocou a demissão o de 20 integrantes dos quadros do Ministério dos Transportes deve ser motivo de muito debate no Senado. A oposição promete fazer das sabatinas um momento para realizar o embate político com o governo.
Durante o recesso, o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), contabilizava a falta de apenas quatro assinaturas para a oposição abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre denúncias de superfaturamento envolvendo o Ministério dos Transportes e o Dnit.
“Faltam quatro assinaturas e temos que trabalhar para instalar esta CPI. É um dever do Senado Federal. O que há é uma afronta ao país, o desvio de bilhões de reais. As providências adotadas até agora pelo governo não são suficientes, o Ministério Público ainda não teve tempo para instaurar os procedimentos para investigação judiciária e cabe ao Congresso Nacional agir com celeridade para dar essa resposta imediata ao país”, disse Dias.
Para abrir uma investigação sobre as denúncias de irregularidades em obras do Ministério dos Transportes, a oposição precisa reunir o mínimo de 27 assinaturas. Até esta segunda, senadores da oposição e de partidos aliados como PMDB, PP e PDT já haviam assinado o requerimento.
Ainda no campo das sabatinas, os senadores na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) vão analisar a recondução do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ao cargo.
Na área ambiental, o Senado debaterá o projeto do Código Florestal, texto que foi alvo de discussões entre ruralistas, ambientalistas e integrantes do governo na Câmara, durante o primeiro semestre.
Em trâmite nas comissões de Meio Ambiente e de Agricultura, a matéria tem sido alvo de constantes audiências públicas e deve ser votada até o final do ano. Os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), ambos relatores da matéria, prometem trabalhar de forma articulada para construir um relatório conjunto.
A disputa de governadores de estados produtores e de não produtores por uma fatia maior dos recursos dos royalties do petróleo também irá exigir paciência dos senadores. Pouco antes do começo do recesso de julho, o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), anunciou prazo de 30 dias para que os estados chegassem a uma proposta de consenso sobre a partilha dos recursos, caso contrário, colocaria em votação o veto do ex-presidente Lula ao artigo que condiciona a distribuição dos royalties às regras do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM).
“Se um acordo não sair até o dia 15 de agosto, teremos oportunidade de colocar [em votação] o veto numa data futura, em decisão com os líderes", disse Sarney, antes do recesso.
Câmara
Na Câmara, o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), anunciou a intenção de colocar em votação no segundo semestre dois projetos com forte impacto financeiro nas contas públicas.
Maia pretende concluir as negociações em torno da proposta de emenda à Constituição (PEC 300), que estabelece um piso salarial para policiais militares e bombeiros em todo o país. A pressão pela votação da PEC 300 na Câmara foi acentuada no primeiro semestre pela manifestação de bombeiros do Rio de Janeiro.
O presidente da Câmara também quer incluir na pauta da Casa a votação da regulamentação da Emenda 29, que fixa os percentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde pela União, por estados e municípios.
O plenário da Casa já começou a analisar o substitutivo do deputado Pepe Vargas (PT-RS) ao texto, mas a votação não foi concluída porque falta a análise de um destaque apresentado pelo DEM, na tentativa de inviabilizar a criação da Contribuição Social da Saúde (CSS). Segundo o texto atual, o tributo teria os moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), mas Maia garantiu que não haverá criação de imposto.
Além da pauta de projetos, os deputados serão obrigados a analisar no plenário da Casa relatório aprovado pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar que recomenda a cassação da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada em um vídeo, ao lado do marido, Manoel Neto, recebendo dinheiro de Durval Barbosa, pivô do escândalo de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM de Brasília.
Congresso
Na pauta conjunta, senadores e deputados terão ainda a missão de finalizar a votação de projetos da reforma política e iniciar as discussões da reforma tributária fatiada. No Senado, a comissão criada para discutir a reforma política elaborou projetos que foram encaminhados à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.
A comissão da reforma aprovou o financiamento público e limite de gasto para as campanhas eleitorais, votou proposta de lista fechada para votação proporcional, estipulou cota para mulheres, o fim das coligações partidárias, a mudança da data de posse e o fim da reeleição com mandatos no Executivo ampliados de quatro para cinco anos.
Dessas propostas, no entanto, a CCJ aprovou apenas o fim das coligações partidárias e a mudança da data de posse para presidente da República, governadores e prefeitos.
No dia 18 de julho, primeiro dia de recesso, a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou que o governo iria enviar uma proposta de reforma tributária "fatiada" ao Congresso no segundo semestre. Entre os pontos citados pela ministra está o fim da isenção de ICMS para importação.
O objetivo, segundo ela, é acabar com a guerra fiscal entre os estados. "Alguns estados se beneficiam, mas o país e indústria brasileira se prejudicam", disse a ministra durante entrevista coletiva em Florianópolis. Segundo ela, a prática de alguns estados de isentar as importações de ICMS cria empregos "lá fora", no exterior, e causa desindustrialização no Brasil.
A ministra afirmou ainda que o governo tem interesse em aprovar o projeto do Supersimples, que atualiza faixas de faturamento para que as empresas se enquadrem no regime tributário simplificado.
Projeto Onde O que é
CÓDIGO FLORESTAL Senado Projeto tramita nas comissões de Meio Ambiente e de Agricultura. Os relatores Jorge Viana (PT-AC) e Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) devem elaborar um relatório após a conclusão do ciclo de audiências públicas com movimentos sociais e integrantes do governo. O texto será votado até o final do ano.
ROYALTIES PETRÓLEO Senado O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), deu prazo até 15 de agosto para que governadores de estados produtores, não produtores e a União estabeleçam consenso sobre a partilha dos royalties do petróleo. Se não houver acordo para votar a proposta que tramita no Congresso, o presidente do Senado irá colocar em votação o veto presidencial.
SIGILO ETERNO DE DOCUMENTOS Senado Projeto está na Comissão de Relações Exteriores, sob a relatoria do presidente da comissão, Fernando Collor (PTB-AL), que defende mudanças no texto aprovado pela Câmara e quer restabelecer o projeto original enviado pelo ex-presidente Lula ao Congresso. Enquanto não há acordo, o líder do governo no Senado pediu dois meses para analisar o texto.
PEC 300 Câmara Proposta de emenda à Constituição estipula um piso salarial nacional para policiais militares e bombeiros. Uma frente parlamentar em defesa da aprovação da matéria foi criada na Câmara e os deputados prometem pressionar o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), para colocar o texto em votação no plenário até o final do ano.
EMENDA 29 Câmara O presidente da Câmara deve incluir na pauta de votações o texto da regulamentação da Emenda 29, que fixa os percentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde pela União, por estados e municípios. Os deputados já começaram a analisar substitutivo do deputado Pepe Vargas (PT-RS), mas a votação não foi concluída porque falta a análise de um destaque do DEM que barra a CSS.

Primeiro evento da Copa no Brasil para o mundo expõe oportunidades turísticas do RN


A governadora do RN, Rosalba Ciarlini, participou da cerimônia de sorteio dos países que irão disputar uma das 31 vagas disponíveis (uma já é do Brasil, por ser a sede do mundial) na Copa do Mundo FIFA Brasil 2014, que aconteceu neste sábado (30) na Marina da Glória no Rio de Janeiro.

Rosalba Ciarlini foi uma das primeiras chefes de Estado a chegar ao evento e participou da exposição das cidades sedes nos standes, onde conversou com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes; com a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki; dirigentes da CBF, governadores de outros estados brasileiros, representantes da FIFA e das cidades sede da Copa do Mundo FIFA Brasil 2014.

O Rio de Janeiro se vestiu, literalmente, de Copa do Mundo. Foi o início de um mega evento que tem muito a oferecer ao país. No estande montado pelo Governo do Estado e Prefeitura Municipal do Natal, com o COL-FIFA, folders e brindes foram colocados a disposição dos visitantes, em sua maioria jornalistas, chefes de delegações dos estados e autoridades nacionais.

“O RN figura no seleto grupo dos estados brasileiros que tem cidade-sede para um dos eventos mundiais mais importantes do esporte, que é a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014. Estamos nos preparando para realizar o maior evento do futebol que existe e tiraremos dessa experiência oportunidades para a melhoria da qualidade de vida dos potiguares”, afirmou a governadora Rosalba Ciarlini.

A governadora Rosalba Ciarlini consolidou junto à presidenta Dilma Rousseff e demais autoridades presentes a parceria do Governo do RN com a prefeitura do Natal para fazer com que a capital do Rio Grande do Norte seja uma das sede destaque da Copa do Mundo FIFA Brasil 2014.

Para mais informações sobre a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014 acesse o portal da FIFA através do site www.fifa.com.

Agenda da Governadora

SEGUNDA-FEIRA, 1° DE AGOSTO DE 2011

6h30 - Local: Natal/RN
Entrevista
Governadora concede entrevista a um telejornal local.

9h - Local: Praiamar Hotel, Rua Francisco Gurgel, 33, Ponta Negra, Natal/RN.
Evento
Solenidade de Abertura da 31ª Reunião do Conselho de Segurança Pública do Nordeste - CONSENE.

11h às 13h - Local: Natal/RN
Despachos administrativos
Reuniões de rotina.

14h às 18h - Local: Natal/RN
Despachos administrativos
Reuniões de rotina.