quinta-feira, 2 de julho de 2015

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 11,5 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.718 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (1º) em Osasco (SP), assim o prêmio acumulou e a estimativa é que o próximo sorteio, que será realizado no sábado (4), tenha um prêmio de R$ 11.500.000,00.

Veja as dezenas sorteadas: 04 - 30 - 31 - 32 - 47 - 53.

De acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF), 49 apostas acertaram a quina, e cada uma levou o prêmio de R$ 41.257,55. Outras 3197 apostas acertaram quatro dezenas e levaram, cada uma, R$ 903,35.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Governo Dilma tem aprovação de 9%, aponta pesquisa Ibope


Índice reúne entrevistados que avaliaram governo como 'ótimo’ ou ‘bom’.
Instituto ouviu 2.002 pessoas entre 18 e 21 de junho, em 141 municípios.



Filipe Matoso Do G1, em Brasília
 


Pesquisa Ibope/CNI de aprovação do governo Dilma Rousseff (Foto: Editoria de Arte / G1)
 
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º) aponta os seguintes percentuais sobre como os eleitores avaliam o governo da presidente Dilma Rousseff (PT):

- Ótimo/bom: 9%
- Regular: 21%
- Ruim/péssimo: 68%
- Não sabe: 1%

 
A pesquisa anterior, divulgada em abril deste ano, havia apontado que 12% aprovavam o governo (consideravam "ótimo" ou "bom"). No último levantamento, 64% dos entrevistados avaliaram a administração Dilma como "ruim" ou "péssima". Já 23% consideraram a gestão "regular".

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 18 e 21 de junho e ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Confiança
- 20% dos entrevistados disseram ter confiança na presidente Dilma
- 78% afirmaram não confiar na petista
- 3% não souberam ou não opinaram


Maneira de governar
O percentual dos eleitores que aprovam a maneira de governar de Dilma passou dos 19% registrados no levantamento anterior para 15% nesta pesquisa. Veja os números:


- aprovam a maneira de governar: 19%
- desaprovam: 83%
- não quiseram ou não souberam responder: 2%


Segundo mandato
A pesquisa indicou ainda como os brasileiros estão avaliando o segundo mandato da petista.


- 82% avaliam que o segundo mandato está sendo pior que o primeiro
- 14% apontam a gestão como igual à anterior
- 3% consideram a administração no segundo mandato melhor


Restante do mandato
- 11% da população acredita que o restante do segundo governo será ótimo ou bom
- 61% consideram que será ruim ou péssimo
- 23% acham que será regular
- 5% não quiseram ou não souberam responder.


Notícias sobre o governo
A pesquisa Ibope também avaliou a percepção da população sobre as notícias sobre o governo veiculadas pela imprensa:


- Mais favoráveis: 8%
- Mais desfavoráveis: 64%
- Nem favorável nem desfavorável: 17%
- Não souberam/não responderam: 11%


Notícias mais lembradas
Conforme o levantamento, as notícias sobre o governo mais lembradas pela população foram as seguintes:


- Operação Lava Jato/Petrobras: 20%
- mudanças na aposentadoria: 16%
- mudanças no seguro-desemprego: 8%
- corrupção no governo: 6%
- inflação: 4%

 
A pesquisa Ibope também divulgou dados referentes à aprovação do governo por área. Veja os resultados:

Combate à fome e à pobreza
Aprovam: 29%
Desaprovam: 68%
Não souberam/não responderam: 3%


Meio Ambiente
Aprovam: 27%
Desaprovam: 63%
Não souberam/não responderam: 9%


Educação
Aprovam: 24%
Desaprovam: 74%
Não souberam/não responderam: 2%


Combate ao desemprego
Aprovam: 15%
Desaprovam: 83%
Não souberam/não responderam: 2%


Segurança pública
Aprovam: 14%
Desaprovam: 84%
Não souberam/não responderam: 2%


Saúde
Aprovam: 13%
Desaprovam: 86%
Não souberam/não responderam: 1%


Combate à inflação
Aprovam: 11%
Desaprovam: 86%
Não souberam/não responderam: 3%


Impostos
Aprovam: 7%
Desaprovam: 90%
Não souberam/não responderam: 3%


Taxa de juros
Aprovam: 6%
Desaprovam: 90%
Não souberam/não responderam: 4%

Panorama Esportivo



Campeonato Municipal de Doutor Severiano 2015


Aproximadamente dez times distribuídos em dois grupos agitarão os torcedores em Doutor Severiano a partir do mês de agosto no Estádio Cristovão Colombo Neto, por mais uma etapa esportiva.


Por: J. Rui

Eleições suplementares dos municípios de Luís Gomes e Carnaubais acontecem no próximo domingo (05)

 




Neste domingo (5) haverá a realização de novas eleições municipais em Luís Gomes e Carnaubais, para a escolha de prefeito e vice-prefeito. As eleições suplementares foram agendadas após decisão da Justiça Eleitoral pela cassação do mandato dos eleitos em 2012. Os vencedores dos pleitos exercerão mandato até 31 de dezembro de 2016.

No município de Luís Gomes que faz parte da 42ª Zona Eleitoral e tem 8.113 eleitores aptos a votar, divididos em 27 seções, distribuídas em quatro locais de votação, concorrerão à Prefeitura, a coligação “Unidos para reconstruir Luís Gomes”, formada pela candidata à prefeita Mariana Fernandes (PMDB) e por Luciano Pinheiro (PT), candidato a vice-prefeito e a coligação “Renovação, Trabalho e Paz” que tem como candidata à prefeita Antonia Gomes Abrantes Barbosa (DEM), conhecida como “Dra. Antonia”, e como candidato a vice-prefeito Joanismar Sobreira de Lima, o “Naninha Sobreira” (PSDB).

Já em Carnaubais disputam os cargos executivos, Dinarte Diniz e Keide Soares, candidatos do Democratas (DEM), e os candidatos Junior Benevides e Alzenir de Zenildo, do Partido Socialista Brasileiro (PSB). O município faz parte da 47ª zona eleitoral, com sede em Pendências. Estão aptos a votar 7.569 eleitores, divididos em 27 seções, distribuídas em cinco locais de votação.

MPRN ajuíza ação contra ex-prefeito de Riacho de Santana


O Ministério Público Estadual, por intermédio da 1ª Vara Cível da Comarca de Pau dos Ferros, ajuizou ação civil por ato de improbidade em desfavor do ex-prefeito de Riacho de Santana, Raimundo Nonato dos Santos, quatro ex-auxiliares, o sócio-administrador e o responsável técnico da empresa Rio Grande Construções Ltda. e a própria construtora, pessoa jurídica, por obras que deveriam ter sido realizadas em escolas da zona rural do município, não foram realizadas, mas foram pagas como se tivessem sido executadas.

Pela constatada lesão ao erário no valor de R$ 49.477,91, o MPRN requer na ação que o Judiciário decrete, através de liminar, a indisponibilidade solidária dos bens dos réus para que se faça o ressarcimento integral do dano.

A ação de improbidade administrativa ajuizada é contra o então prefeito de Riacho de Santana, Raimundo Nonato dos Santos, o então presidente da Comissão Permanente de Licitação (CPL) da Prefeitura, Francisco Wagner Galdino, o então fiscal de obras Erlando Lopes de Holanda, o então assessor jurídico José Naerton Soares Néri, o então tesoureiro Edmilson Lopes de Araújo, a empresa Rio Grande Construções Ltda., seu sócio-administrador Roberto Pereira do Rego, e o responsável técnico da construtora Erivaldo Nolasco Gualberto Duarte.

Segundo sustenta representante do Ministério Público Estadual, houve montagem do procedimento licitatório modalidade convite nº 007/2008 por parte dos agentes públicos envolvidos, visando ao favorecimento indevido da empresa vencedora do certame, além de demonstrada ocorrência de lesão ao erário consistente na não realização do objeto contratual através de fraude no processo de despesa, o que não restou alternativa senão a ação para responsabilização dos agentes públicos e particulares responsáveis.

Na ação, o MPRN, além da decretação da indisponibilidade solidária dos bens, pede a condenação dos réus nas sanções previstas do artigo 12, inciso II, da Lei nº 8.429/1992, a Lei da Improbidade Administrativa, entre os quais: perda da função pública; suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos; e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.

Ação penal - Com base nos mesmos fatos e fundamentos, o MPRN formalizou denúncia contra o ex-prefeito Raimundo Nonato dos Santos, quatro ex-auxiliares, o sócio-administrador da construtora Rio Grande Construções Ltda, Roberto Pereira do Rego, e o responsável técnico da empresa, Erivaldo Nolasco Gualberto Duarte.

Para ex-prefeito Raimundo Nonato, o MPRN requer condenação pelo crime previsto no art. 90 da Lei nº 8.666/93, a Lei de Licitações, por frustrar ou fraudar licitações em concurso material com o art. 1º, I, do Decreto-Lei nº201/1967, por apropriar-se de bens ou rendas públicas, ou desviá-los em proveito próprio ou alheio.

*Assecom do MPRN

Redução da maioridade penal para crimes graves é rejeitada pela Câmara

Após mais de quatro horas de discussão, o plenário da Câmara dos Deputados rejeitou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93 que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Foram 303 votos favor, 184 contras e 3 abstenções. Para ser aprovado o texto da PEC precisava de, no mínimo, o voto de 308 deputados.

A votação, considerada histórica por sua repercussão, começou pouco depois da meia-noite. A PEC reduz a maioridade penal para a prática de crimes hediondos, como estupro, latrocínio; homicídio qualificado e lesão corporal grave, lesão corporal grave seguida de morte e roubo agravado (quando há sequestro ou participação de dois ou mais criminosos, entre outras circunstâncias).

Como o texto rejeitado era um subistutivo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que o plenário deverá fazer nova votação para deliberar sobre a proposta original que diminui a maioridade penal para todos os crimes. “Iremos deliberar no colégio de líderes a deliberação”, disse.

Em uma sessão marcada por um plenário dividido, mais de 20 deputados se revezaram na tribuna para defender e argumentar contra o relatório do deputado Laerte Bessa (PR-DF) aprovado no último dia 17, por 21 votos a 6 na comissão especial destinada a analisar o tema.

O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), disse que a maioria da bancada votaria a favor “Nós somos favoráveis porque ele propõe a redução para os crimes hediondos, graves e sobretudo os crimes contra a vida”. Mesma posição foi tomada pelo deputado Moroni Torgan (DEM-CE) que defendeu a redução sob o argumento de que a medida vai acabar com a sensação de impunidade. “Queremos acabar com a impunidade para esses adolescentes que cometem crimes graves e que praticamente não são punidos como se deve", defendeu.

Contrário à redução, o líder do PROS, Domingos Neto (CE), argumentou que a sociedade quer o fim da impunidade, mas que muitos parlamentares também se colocam a favor para dar uma resposta a opinião pública. “A nossa bancada é contra este modelo de redução que se estende a alguns setores da sociedade pois é discriminatório. Temos que firmar o compromisso de modernizar o Estatuto da Criança e do Adolescente [ECA]”, disse. “A opinião pública condenou Jesus Cristo e absolveu Barrabás”, complementou o vice-líder do governo, Sílvio Costa (PSC-PE).

O governo se posicionou contra a redução e defendeu como alternativa a alteração no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para aumentar o tempo de internação para os adolescentes que cometerem crimes graves, além de mudanças na legislação para endurecer as penas para quem aliciar adolescentes para a prática de crimes. “Não podemos agir emocionalmente, mas também não podemos deixar de dar uma resposta para a sociedade. E o governo está propondo essa mudança”, afirmou Guimarães.

Após a divulgação do resultado, os manifestantes contrários à redução comemoraram e cantaram o Hino Nacional. Desde a manhã eles promoveram atos contra a PEC. Os protestos contra a aprovação da proposta reuniram integrantes de organizações estudantis, centrais sindicais e movimentos sociais contrários a redução da maioridade penal. Em frente ao Congresso Nacional, o gramado foi ocupado por manifestantes com faixas e cartazes em um ato contra a PEC.

*Agência Brasil

Crédito do Plano Safra 2015/2016 começa a ser liberado hoje


Produtores rurais de todo o país poderão contratar, a partir de hoje (1º), os empréstimos do Plano Safra 2015/2016. Ao todo, o governo oferecerá R$ 187,7 bilhões em crédito para operações de custeio, de investimento e de comercialização da produção. Os financiamentos podem ser contratados nos bancos que operam crédito rural.

Segundo o Ministério da Agricultura, a maior parte do crédito, R$ 147,5 bilhões, destina-se ao custeio das lavouras e à comercialização da produção. Desse total, R$ 94,5 bilhões terão juros subsidiados – 7,75% ao ano para o médio produtor rural e 8,75% ao ano para os grandes agricultores – e R$ 53 bilhões terão juros de mercado.

Para as operações de investimento, como compra de máquinas e modernização de instalações, o Plano Safra oferece R$ 38,2 bilhões em crédito. Estão disponíveis ainda R$ 2 bilhões para a estocagem de álcool.