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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Rosalba exonera diretor da Emater

      
Exonerado pela governadora Rosalba Ciarlini o diretor geral da Emater, Sebastião Ronaldo Martins Cruz.

Para o lugar dele, será nomeado Henderson Abreu.

Indicação do PMDB.

A saída de Sebastião reduz ainda mais a base do deputado Betinho Rosado na área da Agricultura estadual.

Computando as nomeações, na Emater sai Betinho e entra Henrique Alves.

A exoneração do diretor da Emater está no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira.

quarta-feira, 6 de março de 2013

A Telefonica demite



Demissões em massa

A Telefonica está promovendo um violento enxugamento do seu quadro de funcionários. Cerca de 900 pessoas serão demitidas a partir desta semana – de funcionários de escalões mais baixos até gerentes e diretores.

A empresa ofereceu um plano de demissão voluntária generoso. Quem topar, recebe dez salários a mais do que o que manda a lei.

Em 2011, a Vivo, já havia cortado 1 200 funcionários.

sábado, 26 de janeiro de 2013

O programa de demissão voluntária da Eletrobras



Estimativa de corte de 15% no efetivo

A Eletrobras já começou a preparar um programa de demissão voluntária para guilhotinar gastos. Estima-se que 3 000 servidores vão aderir, ou seja, 15% do total de funcionários. Inchaço menor na folha de pagamentos é sempre saudável. Neste caso específico, porém, é resultado da nova MP do setor elétrico, que diminuirá drasticamente as receitas da Eletrobras. Vêm aí também cortes de patrocínios, gastos com serviços e consultorias. Em suma, adequações aos novos tempos de vacas magras.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Reunião termina sem acordo e amplia tensão entre GM e sindicato

Faltam dez dias para fim do prazo dado pela empresa para as demissões.


Outras duas reuniões, dia 18 e 23, devem selar destino dos trabalhadores.



Suellen Fernandes Do G1 Vale do Paraíba e Região

Ato Empregos GM São José dos Campos (Foto: Carlos Santos/G1)Trabalhadores durante ato realizado na semana passada em São José. (Foto: Carlos Santos/G1)

Após aproximadamente nove horas, terminou sem acordo a reunião entre dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos com representantes da General Motors, em São José dos Campos, nesta quarta-feira (16). O impasse, que se prolonga desde o último mês de agosto, aumenta a tensão nas negociações que tentam evitar a demissão de cerca de 1.500 funcionários da montadora.
Outras duas rodadas de negociação, as últimas antes do fim do prazo para o término da licença remunerada, marcado para o dia 26 de janeiro, estão agendadas para a próxima sexta-feira (18) e 23 de janeiro.


A próxima reunião desta semana terá a participação de representantes dos Ministérios do Trabalho e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Pela GM, retoma a frente nas negociações o diretor de relações institucionais, Luiz Moan.

Uma assembleia na sede do sindicato nesta quinta-feira (17) deve definir as próximas ações do calendário de mobilizações em prol dos empregos.

Propostas

Entre as propostas que foram expostas pelos sindicalistas à empresa na reunião estão a continuidade do modelo Classic na planta de São José dos Campos, produção local de modelos que atualmente são importados, retomada da produção de caminhões, revezamento do layoff e um novo acordo trabalhista que garanta empregos e investimentos.
O presidente do sindicato, Antônio de Barros Ferreira 'Macapá', afirmou que mesmo com as alternativas apresentadas a montadora mantém a intenção de demitir os trabalhadores. "Eles ficaram na reunião de hoje tentando negociar alternativas para que o desligamento dos trabalhadores seja feito. Não vamos discutir isso: queremos um acordo para novos investimentos e manutenção dos empregos", declarou ao G1.

Ele cobrou novamente a intervenção do governo para o que ele considera como 'medida injustificável'. "Queremos que a presidenta Dilma intervenha pelos empregos.Não tem porque a GM demitir, nada justifica", afirmou.

O líder sindical não descarta ainda, além das manifestações e passaeatas, uma paralisação na unidade joseense. "Não neste momento porque estamos em negociação e abertos a um acordo. Mas isso não quer dizer que ficaremos parados aguardando a demissão", disse.


Ajuda

Trabalhadores da General Motors em layoff e sindicalistas foram recebidos pelo prefeito Carlinhos Almeida (PT) na última quinta-feira (10). Ele prometeu auxiliar nas negociações com a empresa.

A Câmara Municipal, que também se dispôs a ajudar no impasse, agendou para o próximo dia 24 de janeiro uma audiência pública para discutir sobre os empregos na GM. Serão convocados representantes do sindicato e da montadora.

Prefeito Carlinhos Almeida diz que vai ajudar contra demissões na GM (Foto: Carlos Santos/G1)
Prefeito Carlinhos Almeida diz que vai ajudar contra
demissões na GM. (Foto: Carlos Santos/G1)
A audiência acontecerá um dia depois da última rodada de negociação, marcada para o dia 23. Até lá, o Sindicato ainda continuará com mobilizações e insistindo em agendar uma reunião com a presidente Dilma Rousseff para que o governo federal intervenha e impeça as demissões.

Entenda o caso


Desde agosto de 2012, ocasião em que foi anunciada a intenção de fechar a Montagem de Veículos Automotores (MVA), a empresa mantém 770 funcionários afastados em layoff - suspensão temporária dos contratos de trabalho. Outros 700 são mantidos na linha, que terá as atividades encerradas no próximo dia 26 de janeiro.

O setor, uma das oito fábricas do complexo industrial de São José, produz atualmente o modelo Classic. Depois da data fixada no acordo, a empresa não assegura a manutenção dos 1.500 postos de trabalho.

Outro lado

Procurada pela reportagem do G1, a General Motors informou que não está comentando as negociações com o sindicato. Em outras ocasiões, a empresa já havia negado a intenção de transferir a produção do MVA da unidade joseense para Rosário, na Argentina. A informação vem sendo divulgada pelos sindicalistas desde o início da tensão com a empresa, em julho de 2012.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Benito Gama não é mais secretário de governo

 

Confirmada a saída oficial do ex-deputado federal baiano Benito Gama (PTB) da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Governo Rosalba Ciarlini (DEM).
O Diário Oficial do Estado publica a decisão.
O secretário-adjunto dessa pasta, Sílvio Torquato (irmão do ex-deputado estadual Elias Fernandes-PMDB), ocupa seu lugar interinamente.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Fábio Hollanda causa novo abalo em ‘Governo Rosa’

Blog do Carlos Santos

O clima na Residência Oficial do Governo do Estado (em Morro Branco, Natal), não é dos melhores. Atmosfera carregada depois da publicação hoje na Tribuna do Norte (veja postagem mais abaixo), de entrevista do secretário da Justiça e Cidadania do Estado (SEJUC), advogado Fábio Hollanda (PR).

O ainda secretário não desagradou apenas por manifestar insatisfação no cargo, em que está há dois meses, mas praticamente sem fazer acontecer. Suas palavras foram mais além. Atordoam o governismo.

O mal-estar está dilatado em face de algumas declarações do secretário, que expõem mais ainda o dignóstico crescente na opinião pública, de que o Estado não tem comando nem planejamento. À memória vem a entrevista bombástica (veja AQUI) do então secretário-chefe do Gabinete Civil (ano passado), advogado Paulo de Tarso Fernandes, que estilhaçou a imagem do governo e criou um fosso entre ele e o casal ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM)-governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Na verdade, as situações não chegam a ser semelhantes, porque Fábio não goza nem nunca gozou do fechadíssimo círculo de amizades de Carlos e Rosalba. Nem chegou a ser unanimidade para compor a equipe de governo.Contudo, é certo que agora entra pro index de antipatias. A governadora, principalmente, é um poço de ressentimentos.

Sem rumo

Fábio chegou a ser lembrado para a Secretaria de Recursos Hídricos no ano passado, com o afastamento do vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD). Entretanto, não animou Carlos e Rosalba.

Com a proximidade do PR do governo, o nome dele voltou à tona e finalmente foi aceito, para substituir o advogado Thiago Cortez. O aval a Fábio Hollanda não veio apenas do presidente estadual do PR, deputado federal João Maia, mas sobretudo do presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta (PP) – parceiro do governismo.

Em dois meses, o estrago causado por Fábio Hollanda é maior do que as fugas numerosas do sistema prisional do Estado, pedidos de demissão e denúncias quanto à precariedade do setor. Suas palavras reforçam o que Paulo de Tarso falou e o que é fácil perceber de fora e a distância: o governo está sem prumo e sem rumo. À deriva.

Fábio Hollanda, até outubro do ano passado, tinha uma cômoda situação como integrante do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Renunciou ao mandato e de imediato desembarcou no PR, sem sequer se impor uma ‘quarentena’. Logo chegou a ser citado como possível opção a vice, em chapa que pudesse ser formada à Prefeitura de Natal.

Cogitado para o secretariado de Rosalba, primeiramente não foi aceito. Depois, desembarcou na Sejuc e até aqui não conseguiu acrescentar nada ao órgão. Está aprisionado e manietado pela desorganização, falta de planejamento e de prestígio pessoal.

Ele é mais um dos inúmeros auxiliares da governadora que fazem fila na direção da porta de saída ou que ficam como zumbís, sem mandar em nada. Prisioneiro de um governo que agoniza.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Após denúncias, diretor-geral do Dnocs pede demissão

Larissa Moura, especial para o Diário de Natal
O diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), Elias Fernandes Neto, deixou nesta quinta-feira (26) o cargo, após acusação de ter favorecido seu estado de origem em convênios do Dnocs, e beneficiar seu filho, Gustavo Fernandes, como mostra na edição de hoje do Diário de Natal.

A saída foi anunciada por meio de nota oficial divulgada pelo Ministério da Integração Nacional, após reunião entre Elias e o ministro da integração nacional, Fernando Bezerra Coelho.

"Após reunião de trabalho com o ministro de Integração, Fernando Bezerra, o Elias Fernandes pediu na manhã desta quinta-feira (26) exoneração da diretoria-geral do Dnocs em função da reestruturação dos quadros das empresas vinculadas à pasta. O secretário nacional de Irrigação, Ramon Rodrigues, assume interinamente o cargo", diz a nota.

O líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, também comentou o caso em sua página na rede social twitter. "Converso com Ministro, agradeço sua sempre consideração e respeito do Gov Dilma com importante espaço administrativo do meu Estado.E peço alguns dias para sugestão de novo nome para representar o RN e o PMDB na Direcao do DNOCS" afirmou.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Apesar de Henrique, Dilma já definiu a saída de Elias Fernandes do Dnocs

Primeiro jornalista a informar que o norte-rio-grandense Elias Fernandes Neto deixaria a diretoria-geral do Dnocs por suspeita de corrupção, em nota publicada na sexta-feira, Adriano Ceolin, do site Poder Online, voltou ao assunto ontem - depois de o jornal O Globo ter garantido que o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves, mexeu os pauzinhos e conseguiu a permanência do seu aliado e protegido.

Segundo Celin, Henrique de fato esperneou, protestou. Mas de nada adiantou.

Em nova nota, o jornalista conta que a presidente Dilma Rousseff já definiu a saída de Elias.

E hoje também O Globo volta ao assunto, informando que a demissão no Dnocs gerou uma crise no PMDB.

Leiam abaixo a informação do Poder Online e cliquem aqui para ter acesso à reportagem de O Globo:

O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), ligou hoje para o ministro da Integração, Fernando Bezerra, para se informar sobre a demissão do seu aliado político, Elias Fernandes, da diretoria-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS).

– O ministro me disse que só foi definida a saída do diretor administrativo-financeiro Albert Gradvohl. Inclusive vai sair no Diário Oficial desta segunda-feira. O Elias continua

Para o lugar de Gradvohl foi escolhido um representante da Controladoria-Geral da União. O órgão de fiscalização do governo encontrou uma série de irregularidades no departamento.

Segundo palacianos, é por isso que Dilma já definiu a saída de Elias da diretoria-geral do órgão como o Poder Online informou. Só falta definir um substituto para a exoneração ser efetivada.

Mesmo assim, o líder do PMDB ainda sai em defesa do afilhado.

– A CGU apontou alguns problemas, mas o Elias respondeu tudo. Isso faz parte do processo administrativo. A CGU não é órgão punitivo.

Nominuto.com

sábado, 21 de janeiro de 2012

Henrique segura Elias, acusado de "todo tipo de desvio de recursos públicos"

A anunciada demissão do potiguar Elias Fernandes Neto da direção-geral do Dnocs, que vazou ontem, parece ter sido adiada ou, quem sabe?, cancelada.

Suspeito de corrupção, Elias ganhou fôlego graças ao seu padrinho político no governo - o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves.

Leiam a notícia de hoje do jornal O Globo, escrita por Gerson Camarotti e Maria Lima:

O Palácio do Planalto avalizou na sexta-feira a demissão do diretor administrativo-financeiro do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), o cearense Albert Gradvohl, que será efetivada na próxima segunda-feira, em ato publicado no Diário Oficial da União. Foi uma solução para esvaziar uma crise com o PMDB, que comanda o órgão. O alvo inicial da reestruturação no órgão era o diretor-geral do Dnocs, Elias Fernandes Neto, afilhado político do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN).

Relatório de irregularidades na gestão de Fernandes Neto, divulgado pela Controladoria Geral da União (CGU) no fim de 2010, aponta todo tipo de desvios de recursos públicos em obras de combate às secas no Nordeste, principalmente dispensa de licitação e superfaturamento na compra de tubulações para a barragem de Tabuleiro de Russas, no Ceará. As suspeitas são de superfaturamento de R$ 5,9 milhões para essa obra.

Henrique Alves trabalhou nos últimos dias para manter Fernandes Neto no cargo. A exoneração dele chegou a ser analisada pela Casa Civil, mas, após a crise com o líder peemedebista, o Planalto recuou.

— O ministro Fernando Bezerra enviou ao Planalto o pedido de exoneração dos dois, do Elias e do Gradvohl. Os dois nomes estão na Casa Civil. Desde que o Fernando Bezerra chegou lá, está tentando tirar o Elias — confirmou o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), que indicou Gradvohl, no governo Lula.

Procurado pelo Globo, Henrique Alves confirmou que há uma investigação em curso na CGU sobre a gestão de Fernandes Neto, mas informou que todos os esclarecimentos já foram apresentados há três meses.

— A CGU fez uma série de questionamentos ao Fernandes Neto. E todas as respostas foram dadas pelo Dnocs, em conjunto com o ministro Fernando Bezerra. Inclusive, os esclarecimentos foram prestados com dados do Ministério do Planejamento — disse Henrique Alves.

O líder do PMDB afirmou ainda que está assegurada a permanência de Fernandes Neto no cargo. Henrique Alves emplacou o nome de Fernandes Neto no comando do Dnocs ainda no governo Lula. E conseguiu mantê-lo no cargo no governo Dilma após negociação com o ex-chefe da Casa Civil Antonio Palocci.

— Está tudo normal com o Fernandes Neto. Quem está saindo é o diretor administrativo do Dnocs. Tanto que Fernandes Neto já foi convocado para lançar o PAC-Dnocs na terça-feira — disse Henrique Alves.

Em nota enviada sexta-feira à noite, ao Globo, o Ministério da Integração Nacional informou que o diretor substituído foi Gradvhol. O texto acrescenta, ainda, que "esta substituição se dá no âmbito da reforma da Diretoria do órgão, iniciada com a troca da Diretora de Infraestrutura, Cristina Peleteiro, pelo engenheiro Fernando Ciarlini, técnico indicado pelo PMDB cearense, ocorrida em dezembro último". E que "essa reforma ocorre, na verdade, devido à reestruturação da entidade na busca do aperfeiçoamento das práticas de gestão e da implantação de um sistema de monitoramento integrado entre o ministério e suas vinculadas."