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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Ministério da Saúde aponta Natal com 7,6% de fumantes


Com 7,6%, Natal é a terceira capital do nordeste com mais fumantes.
Número de tabagistas do Brasil caiu 30,7% nos últimos 9 anos.



Do G1 RN
 

cigarro fumante (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília) 
Número de fumantes caiu 30,7% no Brasil
(Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)
Números divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (28), mostraram que 7,6% dos natalenses são fumantes. Segundo dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2014 (Vigitel), foi registrada uma redução de 30,7% no número de fumantes no Brasil, desde 2006, quando o número era de 15,6%.

Apesar de estar abaixo da média nacional, que é de 10,8%, a capital potiguar está empatada com Fortaleza em terceiro lugar dentre as capitais do nordeste com maior percentual de fumantes, com 7,6%. Acima estão João Pessoa, com 8,4% e Recife, com 10,3%. São Luís, com 5,5 % e Aracajú, com 6,6% são as cidades com menor percentual de fumantes no nordeste e no Brasil.

De acordo com o Ministério da Saúde, 23 mil equipes de saúde na família estão prontas para oferecer o tratamento ao tabagismo em 5.460 municípios. Em 2013 e 2014, o ministério destinou R$ 41 milhões para compra de medicamentos (adesivos, gomas e pastilhas de nicotina e bupropiona) ofertados no tratamento contra o tabagismo.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Ministério da Saúde confirma 8 casos de zika vírus no RN e 8 na BA


Doença, assim como a dengue, é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti.
Ministro observa que ela é menos preocupante por ser mais branda.



Luciana Amaral Do G1, em Brasília
 
O Ministério da Saúde confirmou a circulação do zika vírus no Brasil na manhã desta quarta-feira (14). Segundo o ministro Arthur Chioro, 8 amostras provenientes de Camaçari, na Bahia, e 8 do Rio Grande do Norte são efetivamente da doença. Elas foram testadas pelo Instituto Evandro Chagas e pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).
 
Apesar da entrada do vírus no Brasil e de 1.200 suspeitas sendo investigadas no Nordeste, o ministro disse não haver motivo para preocupação. "O zika vírus não nos preocupa. Trata-se de uma doença benigna que tem uma evolução para cura. A febre é baixa, o maior incômodo é o prurido, manchas vermelhas. Requer muito pouco acesso dos pacientes ao prontos-socorros e serviços médicos. Toda a nossa preocupação é com a dengue, porque dengue mata."

 

Zika vírus
O zika vírus foi isolado pela primeira vez em 1947 a partir de amostras em macacos Rhesus na floresta Zika, em Uganda. Ele é endêmico no leste e oeste africanos e, no continente americano, foi identificado na Ilha de Páscoa, território chileno, no início de 2014, segundo o ministério.


É uma doença viral que passa sozinha, em geral, após até 7 dias. Ela se caracteriza por febre, hiperemia conjuntival sem pus, mialgia, edema em extremidades e dor atrás dos olhos. A transmissão se dá por meio da picada do mosquito Aedes Aegypti e tem incubação de cerca de quatro dias.

O tratamento é baseado no uso de paracetamol para febre e dor. Não há registros de óbitos causados pela doença. Também não há vacinas contra ela. As medidas de prevenção são semelhantes às da dengue e da chikungunya.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Ministério da Saúde libera R$ 11 milhões para fortalecimento das ações de vigilância sanitária


Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (3) no Diário Oficial da União libera R$ 11,3 milhões em incentivos financeiros para a organização e o fortalecimento de ações de vigilância sanitária.

Serão beneficiados municípios com menos de 50 mil habitantes que tenham respondido ao levantamento Perfil da Vigilância Sanitária Municipal no Brasil e que se enquadrem em critérios como ter lei municipal de criação de vigilância sanitária; não dispor de veículos, computadores e outros equipamentos em quantidade adequada; e encontrar-se regular no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.

O texto prevê que caberá aos estados empreender ações de planejamento, acompanhamento e apoio aos municípios, na organização e no fortalecimento das ações de vigilância sanitária. Os recursos serão transferidos do Fundo Nacional de Saúde para os fundos estaduais e municipais, em parcela única.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Ministério da Saúde lançou a campanha de vacinação contra a poliomielite e o sarampo


O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lançou hoje (30) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo e a Paralisia Infantil, que terá início dia 8 de novembro. O lançamento ocorreu durante a 14ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doença, que ocorre até amanhã (31).

A expectativa do Ministério da Saúde é de que mais de 11 milhões de crianças sejam vacinadas contra o Sarampo até o dia 28 de novembro. Neste ano, o Dia D de Mobilização Nacional será realizado em dois momentos: no primeiro dia da campanha, 8 de novembro, e no dia 22.  A meta é atingir a cobertura vacinal de 95% do público-alvo.

A vacinação contra a poliomielite – responsável pela paralisia infantil – terá como população-alvo  crianças de seis meses até menores de cinco anos. A expectativa é vacinar mais de 12,7 milhões de crianças em todo o país. O Ministério da Saúde distribuirá cerca de 17,8 milhões de doses da vacina oral poliomielite (VOP) – vacina em gotas – que será utilizada prioritariamente. No entanto, é recomendada às Coordenações Estaduais de Imunizações a disponibilização da vacina inativada poliomielite (VIP), que é injetável, para as crianças acima de seis meses que estão com esquema vacinal atrasado.

Já a vacina tríplice viral, destinada à vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola, será aplicada em crianças de um ano a menores de cinco anos. A estimativa é promover a vacinação de 10,9 milhões de crianças. O Ministério da Saúde distribuirá cerca de 12,5 milhões de doses da vacina. A campanha de seguimento contra o sarampo será realizada em todos estados e no Distrito Federal.

Para a realização da campanha, estarão disponíveis mais de 100 mil postos espalhados por todo o país, 350 mil profissionais de saúde e 42 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais). Para que sejam cumpridas todas as fases da imunização, as vacinas contra a poliomielite, o sarampo, rubéola e caxumba continuam disponíveis durante todo o ano nos postos de saúde do Sistema Único de Saúde.

POLIOMIELITE NO BRASIL - O Brasil está livre da poliomielite desde 1990. Desde então, não houve novos casos registrados e, em 1994, o país recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território. A continuidade das campanhas de vacinação é fundamental para evitar a reintrodução da doença no país, uma vez que dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstram que entre 2013 e 2014, 10 países registraram casos da doença e três deles são considerados endêmicos (Paquistão, Nigéria e Afeganistão).

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral. 

SARAMPO - Os últimos casos de contágio autóctone de sarampo no Brasil ocorreram em 2000 e, desde então, os casos registrados foram importados ou relacionados à importação. Em 2013 e 2014, foram registrados casos importados no país, com concentração em Pernambuco e Ceará. No mundo, em 2014, foram registrados 160 mil casos da doença e com o fluxo de turismo e comércio entre os países o risco de contaminação se eleva.

O sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade. A única forma de prevenção é por meio da vacina.

Ministério da Saúde já confirmou 828 casos de Febre Chikungunya no Brasil

Até o dia 25 de outubro, o Ministério da Saúde registrou 828 casos de Febre Chikungunya no Brasil, sendo 155 confirmados por critério laboratorial e 673 por critério clínico-epidemiológico. Do total, são 39 casos importados de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa.

Os outros 789 foram diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão. Destes casos, chamados de autóctones, 330 foram registrados no município de Oiapoque (AP), 371 em Feira de Santana (BA), 82 em Riachão do Jacuípe (BA), dois em Salvador (BA), um em Alagoinhas (BA), um em Cachoeira (BA), um em Amélia Rodrigues/BA e um em Matozinhos (MG).

Caracterizada a transmissão sustentada de Chikungunya em uma determinada área, com a confirmação laboratorial dos primeiros casos, o Ministério da Saúde recomenda que os demais sejam confirmados por critério clínico-epidemiológico, que leva em conta fatores como: sintomas apresentados e o vínculo dele com pessoas que já contraíram a doença.

DOENÇA E PREVENÇÃO - A febre Chikungunya é uma doença causada por vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes Aegypti (transmissor da dengue) e o Aedes Albopictus os principais vetores. Os sintomas da doença são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema e costumam durar de três a 10 dias. A letalidade da Chikungunya, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é rara, sendo menos frequente que nos casos de dengue.

Para evitar a transmissão do vírus, é fundamental que as pessoas reforcem as ações de eliminação dos criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas para o controle da dengue, ou seja, verificar se a caixa d’ água está bem fechada; não acumular vasilhames no quintal; verificar se as calhas não estão entupidas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta, entre outras iniciativas deste tipo.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Ministério da Saúde libera R$ 12 milhões para municípios intensificarem atenção à desnutrição


Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (17) no Diário Oficial da União autoriza a transferência de R$ 12,2 milhões aos municípios participantes da Agenda para Intensificação da Atenção Nutricional à Desnutrição Infantil.

De acordo com o texto, o Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas necessárias para a transferência dos recursos, em parcela única anual, de acordo com o porte populacional de cada cidade.

Municípios com população inferior a 10 mil habitantes receberão um repasse de R$ 45 mil; municípios com população entre 10 mil e 40 mil vão receber R$ 60 mil; municípios com população entre 40 mil e 80 mil receberão R$ 80 mil; e municípios com população entre 80 mil e 150 mil vão receber R$ 100 mil. A portaria entra em vigor hoje.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Ministério da Saúde suspende repasse de recursos para 1.027 municípios com irregularidades

Portaria do Ministério da Saúde, publicada hoje (2) no Diário Oficial da União, suspende a transferência de recursos financeiros para 1.027 municípios que não cadastraram os serviços de vigilância sanitária no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde e não alimentaram regularmente o Sistema de Informação Ambulatorial.
De acordo com o texto, fica suspensa a transferência de recursos financeiros do Componente de Vigilância Sanitária do Bloco de Vigilância em Saúde, da competência dos meses de janeiro a abril de 2014, para estados e municípios irregulares no monitoramento feito no dia 25 de março. A portaria entra em vigor hoje com efeitos financeiros retroativos a janeiro deste ano.
No Rio Grande, foram 15 os municípios com recursos suspensos: Antônio Martins, Apodi, Arês, Canguaretama, Coronel Ezequiel, Galinhos, Governador Dix-Sept Rosado, João Dias, Lagoa de Velhos, Lajes Pintadas, Olho-d'Água do Borges, Passagem, Pedra Grande, Serra do Mel e Vera Cruz. Confira a lista completa das cidades com recursos suspensos (parte1parte2parte3,parte4parte 5).