
Governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) se encontra hoje com a
presidente Dilma Rousseff; não se sabe ao certo a pauta da conversa, mas
o convite veio um dia depois que a Força Sindical declarou apoio ao
governador pernambucano, potencial candidato à Presidência da República
em 2014
PE247 – Um dia após receber o apoio da Força Sindical
caso se candidate à Presidência da República em 2014, o governador de
Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), vai se encontrar na tarde de hoje com a
presidente Dilma Rousseff (PT) em Brasília. Não se sabe ao certo a
pauta da conversa, mas, pelo contexto do convite feito pela petista, o
encontro terá como gancho a Medida Provisória 595/2012, que permite a
realização de operações de cargas pela iniciativa privada em novos
terminais, com os processos licitatórios sob responsabilidade da Agência
Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq). De acordo com Eduardo
Campos, a medida tira a autonomia das Autoridades Portuárias.
O convite ocorre um dia após o secretário-geral e o presidente da Força
Sindical, João Carlos Gonçalves e o deputado federal Paulo Pereira da
Silva (PDT-SP), respectivamente, terem manifestado apoio ao governador
pernambucano, nesta segunda-feira 5. Os sindicalistas se encontraram com
o socialista para buscar o seu apoio contra a MP dos Portos. A
categoria não vê com bons olhos a medida ao afirmar que ela causará
desemprego e os trabalhadores terão salários mais baixos e cobra mais
diálogo da presidente Dilma com o setor sindical, pois os trabalhadores
seriam contratados diretamente pela empresa e não com intermediação do
Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO), responsável pelo cadastro, registro e
monitoramento dos funcionários avulsos.
Aproximadamente 40 mil trabalhadores, que representarão a Força
Sindical, a Confederação Brasileira Trabalhista (CBT), a Central Única
dos Trabalhadores (CUT), a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Nona
Central, farão uma marcha nesta quarta-feira, a partir das 9h, em
Brasília, para protestar contra a MP dos Portos. Também estarão em pauta
questões como o fim do fator previdenciário, redução da jornada de
trabalho para 40 horas semanais, além de criação de uma política de
valorização dos aposentados
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