China volta a desacelerar e cresce 7,4% no terceiro trimestre de 2012
Índice é dois décimos menor que o registrado no 2º trimestre deste ano.
Primeiro-ministro Wen Jiabao diz que crescimento do país está
estabilizando.
O crescimento na China voltou a desacelerar e ficou
em 7,4% no terceiro trimestre de 2012 na comparação com o mesmo período de 2011.
O resultado ficou dois décimos abaixo do registrado no segundo trimestre deste
ano, segundo informou nesta quinta-feira (18) o Bureau Nacional de Estatísticas
(NBS, na sigla em inglês).
Nos três primeiros trimestres de 2012, a alta anual do Produto Interno Bruto (PIB) da segunda economia mundial fora de 7,7% em relação ao mesmo período de 2011.
Os dados demonstram que a segunda maior economia do mundo segue sua fase de arrefecimento, que já dura mais de dois anos, embora a redução de dois décimos seja mais suave que as anteriores.
O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, estimou na quarta-feira (17) que o crescimento está se estabilizando na China e manifestou sua confiança em atingir o objetivo de 7,5% para o conjunto de 2012, definido em março passado. em 2011, a China cresceu 9,2%.
A China, motor da economia mundial, registrou
crescimento médio superior a 10% durante a primeira década do século XXI, mas
perdeu força diante das dificuldades que vivem Europa e Estados Unidos, principais
mercados das exportações chinesas.
Pequim também reativou os investimentos em infraestruturas, como transportes ferroviários.
Investimentos
O NBS também publicou outros dados macroeconômicos, como o investimento em ativos fixos acumulado nos três trimestres de 2012 (sem contar o setor imobiliário), que cresceu a 25,69 trilhões de iuanes (US$ 4,1 trilhões), uma alta anualizada de 20,5%.
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Os investimentos imobiliários ascenderam a 5,1 trilhões de iuanes (US$ 814 bilhões), um aumento de 15,4% com relação ao mesmo período de 2011.
As vendas no varejo (principal indicador do consumo) de janeiro a setembro somaram 14,94 trilhões de iuanes (US$ 2,38 trilhões), um avanço de 14,1%.
Por fim, a produção industrial nas empresas estudadas pelo NBS subiu 10% no mesmo período.
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